Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Demo
    Trending
    • Mobilidade Urbana apresenta propostas para melhorar trânsito na Zona Leste e em pontos críticos de Araçatuba
    • Santa Casa de Birigui passará a realizar hemodiálise na própria UTI
    • Fundo Social de Araçatuba está com inscrições abertas para o curso gratuito de Panificação
    • Oficina gratuita do Pontos MIS vai ensinar crianças de Araçatuba a fazerem cinema com papel
    • Ex-Presidente da Câmara, Cristina Munhoz é condenada pela Justiça de Araçatuba a devolver mais de R$ 131 mil
    • Araçatuba será representada pelo artesanato e manifestações artísticas Revelando SP 2026
    • Visita de Lula em Andradina é adiada para segunda-feira
    • DICAS DE SÉRIES E FILMES – As Leis de Lidia Poët
    Demo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Plantão Policial»Empresário de Birigui é alvo de operação que investiga fraudes na compra de uniformes e materiais escolares
    Plantão Policial

    Empresário de Birigui é alvo de operação que investiga fraudes na compra de uniformes e materiais escolares

    By jornalistacrispim2 de fevereiro de 2021Nenhum comentário3 Mins Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Um empresário de Birigui foi alvo de buscas na manhã dessa terça-feira (2) no âmbito da operação ‘Dólos’, que investiga uma organização criminosa suspeita de fazer licitações fraudulentas para aquisição de uniformes e materiais escolares em diversas cidades do estado de São Paulo. Os trabalhos foram desencadeados pelo Ministério Público, em atuação conjunta do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e do Setor de Competência Originária da Procuradoria-Geral de Justiça.

    Em Birigui, os policiais militares cumpriram mandados de buscas e apreensão na residência e em uma distribuidora pertencente ao empresário. Foram apreendidos documentos de interesse para as investigações. Não houve registro de nenhuma prisão na região. Ao todo foram cumpridos 15 mandados de prisão temporária e mais de 90 mandados de buscas, sendo 12 em prefeituras.

    As investigações tiveram início após a deflagração da operação ‘Loki’ no município de Orlândia em setembro de 2019. Na data da operação houve a tentativa de destruição de vários objetos na zona rural da cidade, mas o Gaeco conseguiu recuperar parte dos objetos e verificou indícios de um cartel envolvendo empresas de Orlândia e Itanhaém nas licitações de fornecimento de uniformes escolares e materiais escolares.

    ESQUEMA FRAUDULENTO

    Com o prosseguimento das investigações, o MP apurou que o esquema fraudulento era muito maior e envolve inúmeras empresas do setor de confecção de uniforme escolar e de fornecimento de material escolar, situadas em várias regiões do estado de São Paulo. Muitas dessas são apenas de fachada, enquanto outras estão em nome de laranjas para ocultar os verdadeiros responsáveis pelo esquema.

    O grupo criminoso se utilizava de empresas em nome de funcionários ou familiares, mas que, em sua grande maioria, estavam fixadas no mesmo endereço. Outras sequer existiam. Contudo, parte da movimentação financeira do grupo circulava nas contas bancárias destas empresas. “Foi possível verificar ainda que algumas dessas empresas vencem procedimentos licitatórios, mas a prestação do serviço é terceirizada, em dadas situações para empresas do mesmo grupo empresarial, em uma verdadeira confusão empresarial e patrimonial”, informou o Ministério Público.

    O grande objetivo da organização eram as licitações envolvendo o fornecimento de material escolar e uniformes escolares. Para tanto, eles corrompiam servidores públicos, os quais inseriam cláusulas nos editais que direcionavam a contratação para alguma das empresas do grupo, ou então eles se ajustavam com outras empresas situadas em várias regiões do Estado e combinavam de fracionar o objeto da licitação para que todas as empresas ganhassem parte do certame (ajustavam o preço das propostas, deixando de competir entre si e fazendo com que a licitação fosse totalmente manipulada).

    Os valores referentes aos contratos dessas empresas com os órgãos públicos ultrapassam R$ 40 milhões, segundo o Ministério Público. O ex-prefeito de Itanhaém, Maro Aurélio Gomes, teria sido beneficiado com vantagens indevidas. Além disso, o atual prefeito de Miguelópolis, Naim Miguel Lopes, também foi alvo de busca e apreensão, já que teria recebido favorecimento das empresas do grupo em certames.

     

     

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleComitê decide analisar números da pandemia para decidir sobre medidas restritivas
    Next Article Mulher esfaqueia companheiro e foge em seguida
    jornalistacrispim

    Related Posts

    Andradina

    Homem é preso em Andradina acusado de estupro e tráfico de drogas

    22 de abril de 2026
    Araçatuba

    Mulher é agredida e mantida em cárcere privado pelo namorado

    17 de abril de 2026
    Birigui

    Estudante é afastada de escola estadual em Birigui após levar pistola de brinquedo para a aula

    15 de abril de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.