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Araçatuba
sábado, agosto 13, 2022

Três rapazes são baleados em cidades da região

Três pessoas foram baleadas durante o fim de semana em cidades da região de Araçatuba. Os crimes ocorreram em Auriflama e Valparaíso entre a madrugada e a tarde de domingo (19). Os autores das tentativas de assassinatos fugiram e até o fechamento dessa edição não tinham sido localizados pela polícia.

O primeiro caso aconteceu nos prédios da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), em Auriflama. Segundo informações apuradas pela reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, um rapaz de 27 anos de idade teve um desentendimento com um homem, de 32, por motivos ainda a serem esclarecidos.

Na sequência, o autor sacou uma arma e disparou três vezes contra a vítima. Os tiros acertaram o tórax e o antebraço direito do jovem. Ele foi socorrido até o hospital de Auriflama, mas por conta da gravidade dos ferimentos teve que ser transferido para a Santa Casa de Araçatuba, onde permaneceu internado. O estado de saúde do paciente era considerado estável.

O autor dos tiros fugiu, já foi identificado, mas até o fechamento dessa edição não tinha sido localizado. A Polícia Civil já abriu inquérito para dar andamento às investigações.
VALPARAÍSO

Já durante a tarde de domingo, dois rapazes também foram baleados enquanto conversavam em frente a uma residência localizada na rua Jesuíno José de Souza, no bairro Quatrocentas Casas. De acordo com informações da Polícia Militar, um carro de cor escura com três ocupantes se aproximou e os autores começaram a efetuar diversos disparos.

Um jovem de 22 anos e outro, de 29, foram atingidos no braço e na perna. Após o crime, os suspeitos fugiram e não foram encontrados. A vítima mais nova foi socorrida e levada até a Santa Casa Da cidade, onde recebeu os cuidados médicos. Já o mais velho, que segundo a PM já tem passagens criminais por homicídio, teve que ser transferido para a Santa Casa de Araçatuba, já que sofreu fratura exposta. Ambos não corriam risco de morte.

A dupla não quis passar nenhuma informação à Polícia Civil e permaneceu em silêncio durante o interrogatório, o que dificulta ainda mais o trabalho de investigação. Mesmo assim, um inquérito também foi aberto.

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