Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Demo
    Trending
    • Hemocentro de Araçatuba enfrenta baixo estoque de sangue e pede doações para salvar vidas
    • MEMÓRIAS DE ARAÇATUBA: Onde está a antiga Fonte Luminosa da Praça Rui Barbosa?
    • Principais cidades da região de Araçatuba geraram mais de 800 vagas de emprego em março, aponta Caged
    • Imersão prática capacita alunos de Medicina Veterinária no manejo de animais silvestres e exóticos
    • Reforma Tributária é tema de palestra gratuita em Birigui voltada a pequenos negócios  
    • Câmara de Rubiácea abre processo que pode cassar vereadores por suposta divulgação de fake news
    • Praça Nova Araçatuba lança campanha com brinde exclusivo neste Dia das Mães
    • Programa Casa Paulista beneficia 329 famílias com moradias na região de Araçatuba
    Demo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Cidades»Araçatuba»PONTO DE VISTA
    Araçatuba

    PONTO DE VISTA

    By jornalistacrispim30 de julho de 2020Nenhum comentário3 Mins Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    ECONOMIA PARALELA – A INFORMALIDADE DA PANDEMIA

     Eduado Mendes Queiroz

                Um dos reflexos da pandemia é o desemprego e diminuição da renda per capita (aquela que mede o desenvolvimento econômico do País).

    Com milhares de estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços fechados, o desemprego aumentou de forma acelerada.

    Com o isolamento social, muitas pessoas deixaram de exercer sua profissão e se viram na necessidade de buscar uma nova fonte de renda.

    Muitas empresas foram impedidas de abrirem suas portas para o público, gerando um verdadeiro caos social e com isso, vários empresários tiveram que “infringir a lei”, ou melhor, um decreto municipal ou estadual e “furar a quarentena”, para se manterem.

    Muitas empresas passaram a funcionar na informalidade, sob agendamento, as portas fechadas, atendendo pelos fundos, enfim, para se manterem, arriscam serem punidas por multas e até interdição de sua atividade. Mas como “ultimo suspiro”, correm o risco para se manterem vivos e não passarem fome.

    A informalidade tomou conta da economia, principalmente nos pequenos negócios, gerando com isso uma economia paralela e informal.

    Salões de cabeleireiro, academias, restaurantes, e várias lojas, que por ordem dos governos, foram obrigados a fecharem as portas (#sqn). Com isso, continuando com a sua atividade, agora “oculta”, não podem sequer declarar as vendas ou serviços prestados, visto que estão impedidas de abrirem suas portas.

    Outras encontraram o caminho da internet ou rede social para gerar novos negócios e tentar se manterem ativos.

    Milhares de pessoas passaram a fazer de sua casa, sua oficina. Seja de costura, de marcenaria, de alimentos e outros. Produzem para vender móveis artesanais, peças de roupas, máscaras, e o que mais se destaca são a gastronomia informal, além é claro dos entregadores, sejam de aplicativos ou os freelances.

    São bolos de todos os tipos, doces, pães, guloseimas para todos os gostos.

    Com isso, a economia continua girando, de forma muito restrita e diminuída, mas continuam gerando o mínimo de renda para sua subsistência.

    O reflexo disso é a informalidade. Com a informalidade, vem a não tributação, pois são informais, autônomos ou trabalham com as portas fechadas de seus negócios.

    Hoje temos mais de 13 milhões de pessoas desempregadas e uma boa parte delas estão buscando alternativas de renda para sua subsistência e a de sua família, visto que empregos, por hora, estão escassos.

    Com esta informalidade e a economia paralela, a União, Estados e Municípios deixam de arrecadar tributos sobre estes produtos e serviços. O impacto na arrecadação é enorme se somado ao reflexo do COVID-19.

    Estima-se que o País deverá perder mais de 500 bilhões em arrecadação, se somados ao mais de 1 trilhão que deve ser o reflexo da pandemia, haverá um rombo a ser coberto em um futuro muito próximo.

    Alguém vai ter que pagar esta conta, e ao que tudo indica seremos nós!

    Deverá surgir um novo tributo, uma nova contribuição especial para cobrir o “buraco” causado pela pandemia, visto que o maior problema não é só o que hoje estamos experimentando, mas o reflexo que isso vai dar em toda a economia do País, pois, até a economia voltar a girar como estava caminhando em 2019, será uma longa caminhada.

    Eduardo Mendes Queiroz – advogado – especialista em Tributação. E-mail: advocaciaeduartoqueiroz@gmail.com

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleGarota de programa é esfaqueada por homem que não retornou da saidinha temporária
    Next Article Iguá Saneamento oferece curso online e gratuito sobre Design Thinking
    jornalistacrispim

    Related Posts

    Araçatuba

    Hemocentro de Araçatuba enfrenta baixo estoque de sangue e pede doações para salvar vidas

    7 de maio de 2026
    Araçatuba

    MEMÓRIAS DE ARAÇATUBA: Onde está a antiga Fonte Luminosa da Praça Rui Barbosa?

    7 de maio de 2026
    Araçatuba

    Principais cidades da região de Araçatuba geraram mais de 800 vagas de emprego em março, aponta Caged

    7 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.