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sábado, maio 21, 2022

Polícia concluiu que bebê de 1 ano que morreu em Penápolis foi espancada

 

DA REDAÇÃO – PENÁPLIS

Na última semana, a Polícia Civil de Penápolis concluiu as investigações sobre a morte da bebê Mirella Neves, de apenas 1 ano e 3 meses, que morreu no último dia 14 de fevereiro. A mãe Jenifer Souza, de 21 anos, e o padrasto Cristian Silva, de 26 anos, foram indiciados por homicídio triplamente qualificado.

A polícia concluiu que a morte da menina foi causada por espancamento. Nenhum dos laudos recebidos pela Polícia aponta que a morte tenha sido por causas naturais, como alegaram a mãe e o padrasto da garota. 

A delegada da Delegacia de Defesa da Mulher de Penápolis, Thaísa da Silva Borges, afirmou que a mãe e o padrasto utilizaram de meio cruel para tirar a vida da menina, uma das qualificadoras, além da impossibilidade de defesa da vítima. 

Foi pedido um agravamento pelo crime de feminicídio. Além disso, o padrasto também está sendo indiciado por posse ilegal de munição, encontrada na casa dele no dia do crime.

O laudo da Polícia Científica de São Paulo apontou que não houve abuso sexual contra a garota, porém não pode ter acontecido de forma natural, já que houve dilaceração no fígado, politraumatismo craniano, além de trauma abdominal.

Caso

A bebê Mirella chegou já sem vida ao pronto-socorro de Penápolis em 14 de fevereiro e apresentava diversas marcas roxas e dilaceração no ânus.

O laudo do Instituto Médico Legal apontou que ela teve hemorragia interna aguda, trauma abdominal e laceração no fígado.

De acordo com o casal, ela foi encontrada morte por eles pela manhã após ter caído do cercadinho em que estava durante a noite.

A prisão temporária do casal foi pedida dia 18 de fevereiro e prorrogada por mais 30 dias no dia 17 de março. (Com informações do G1 e Jornal Interior)

 

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