ARSENAL - Quadrilha estava com mais de 5 mil cartuchos e armas de guerra

Maioria dos mortos em confronto com a polícia tinha extensa ficha criminal

DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

A Polícia de Minas Gerais divulgou na noite dessa quarta-feira (3) que foram identificados 22 dos 26 que morreram em confronto com a Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal. O confronto foi em Varginha, no domingo. De acordo com a polícia, o grupo estava pronto para atacar um centro de distribuição de dinheiro do Banco do Brasil, a exemplo do que fizeram em Araçatuba na madrugada do dia 30 de agosto deste ano. A maioria dos identificados tem extensa ficha criminal, como tráfico, roubo, assalto à mão armada, entre outros,
O método de atuação da quadrilha foi muito semelhante ao de Araçatuba e, por isso, a polícia não descarta que alguns possam estar envolvidos nas duas ações. Além de carros pintados de preto, tipos de arma e a estratégia de dividir o grupo. Em Varginha, os bandidos foram surpreendidos em duas chácaras localizadas em pontos estratégicos da cidade.
Em Araçatuba, os bandidos procuraram isolar a polícia atacando quartéis do CPI 10 e do 12º Baep, criando um cordão de contenção. No entanto, os policiais do Baep romperam e os policiais que estavam de folga tiveram como entrar na unidade para pegar armas, munições e viaturas. Foi essa pronta reação dos policiais que frustrou parcialmente a ação dos bandidos. A quadrilha matou dois moradores e feriu mais cinco pessoas, todas já recuperadas. Três bandidos morreram e 16 estão presos.
Já em Minas Gerais, o serviço de inteligência da polícia descobriu a ação dos bandidos e as unidades tiveram tempo de agir antes que a quadrilha se unisse e deixasse a cidade em clima de terror, como fez em Araçatuba, com duas horas de explosões. Como as quadrilhas estão ficando cada vez mais violentas, os riscos são maiores. Por isso, a ação da polícia mineira foi muito elogiada na internet, rebatendo poucas críticas de determinados setores.
Dos 22 identificados, 11 são de Minas Gerais, um de São Paulo, quatro de Goiás, dois do Distrito Federal, um de Rondônia, um do Amazonas e dois do Maranhão. Dos 11 mineiros, nove tinha ficha criminal. A idade varia entre 24 anos e 44 anos. A maioria tem entre 30 e 40 anos.
Como se observa, são pessoas de diferentes regiões que se encontraram para cometer crime e estavam bem armadas. Por isso a ação da polícia foi tão elogiada, pois pode ter evitado uma tragédia na cidade.

 

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