Da Redação – Araçatuba
Durante audiência de custódia realizada na manhã desta quarta-feira (5), a Justiça converteu em preventiva a prisão do Guarda Municipal que matou José Roberto Nunes, de 55 anos, no Centro de Araçatuba, na manhã de terça (4). O crime aconteceu ao lado da agência do Banco do Brasil, em frente à Praça Rui Barbosa.
Ele havia sido preso em flagrante após cometer o crime, acionar a Guarda Municipal e a Polícia Militar e ser conduzido à Central de Polícia Judiciária, onde prestou depoimento à Polícia Civil.
O guarda municipal estava de folga e afirma que havia ido a três agências bancárias, sendo perseguido pelo homem em todas. Ambos tinham uma desavença relacionada a um terreno da família. Nunes era filho de sua madrasta.
No momento do crime, o autor saía da agência do Banco do Brasil quando foi abordado e ameaçado, segundo ele. Ele estava armado e deu um tiro para cima como advertência e, na sequência, atirou em Nunes, que ainda foi atendimento por uma equipe do SAMU e levado ao pronto-socorro da Santa Casa, onde não resistiu.
O guarda, além de ficar preso, está sendo investigado pela corregedoria da GCM, que foi acionada pelo fato de o caso envolver um membro da corporação.
Apesar de ter alegado legítima defesa, a Polícia Civil que investiga o caso, ainda busca imagens de câmeras de segurança que ajudem a esclarecer a versão apresentada pelo autor do homicídio.

