Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM

Finalidades do #ARACATUBADOBEM – Parte 20

  1. Rodrigo Andolfato
O artigo desta semana traz mais do que simplesmente os parágrafos que regerão a atuação do #ARAÇATUBADOBEM em determinada finalidade. Este artigo explicita desde já o modelo de política pública, que qualquer ser humano do BEM adotaria, no que se refere ao Assistencialismo Necessário para garantir a “SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL”.
Bem. Muitos leitores começarão a se perguntar: “O Que o Rodrigo, um Liberal Clássico, o qual não acredita que o Estado deva exercer qualquer papel além de Segurança, está preocupado com Assistencialismo?” – Primeiro vejamos o seguinte. O Estado existe há algum tempo, e vem roubando das pessoas a riqueza produzida por elas. Essa riqueza roubada é que permitiria com que a sociedade fizesse benemerência e ajudasse os mais necessitados. Fato é que o Estado ao roubar as pessoas em suas riquezas, para justamente ajudar aqueles que não conseguiriam viver sem sua ajuda, retirou da sociedade uma benemerência efetiva e muito mais eficiente.
E pior. O Estado tomou tal atitude como desculpa para livrar as pessoas em situação de penúria, de terem que aceitar ajuda das pessoas mais abastadas, e lhes dever gratidão. Fato é que o Estado para fazer benemerência cria uma burocracia que rouba grande parte do dinheiro roubado das pessoas e que deveria chegar a quem precisa. E é aqui que o #ARACATUBADOBEM quer mudar as coisas. Através de ideias, projetos e sugestões, nós queremos resolver o problema da SUBSISTÊNCIA dos cidadãos mais pobres de forma que eles não se sintam gratos a políticos ou a qualquer membro estatal.
Então vamos aos dois parágrafos deste item. O primeiro versa assim: “Realizar estudos e desenvolver projetos que garantam a nutrição adequada; para a população, para as famílias de baixa renda, para idosos e pessoas em situações de vulnerabilidade, através de ‘vouchers’, substituindo a doação de cestas básicas em espécie pelo direito de escolha destas pessoas.” – O que queremos com esse primeiro parágrafo é retirar o sentimento das famílias mais pobres de que o Estado é bonzinho. Não podemos permitir que isso se perpetue. Entregar cestas básicas é um ato teatral de presentear alguém de forma que esse alguém fique lhe devendo gratidão e vote em você nas próximas eleições. O que precisamos mudar é justamente isso. As pessoas necessitadas devem receber “vouchers” através de cartões alimentação, de forma que todo mês o benefício caia em seu saldo, e tais pessoas não precisem conhecer quem está lhe conferindo o benefício. Principalmente, devemos promover campanhas que demonstrem que só há a necessidade de tal assistencialismo estatal, por conta de toda riqueza que o Estado roubou destas pessoas ao longo de suas vidas e das vidas de seus antepassados. O Estado não está “dando” nada a ninguém. Ele está devolvendo o que foi roubado por muito tempo de toda a sociedade.
O segundo parágrafo versa assim: “Incentivar a prefeitura municipal de Araçatuba a transformar toda verba destinada à Assistência Social diretamente em “vouchers” para que a eficiência na ajuda seja maximizada. Promover a mudança de gerência da verba da Assistência Social para a pasta da Saúde Municipal.” – Este segundo parágrafo é o meu favorito. Seria com certeza uma ação que eu implantaria se um dia viesse a ser prefeito em minha cidade. Retiraria todos os gastos com pessoal da secretaria de Assistência Social e passaria para um comitê que escolheria as pessoas que seriam agraciadas com vouchers alimentares. “Para que isso Rodrigo? Isso não seria trocar seis por meia dúzia?” – Não meus leitores queridos. Hoje em dia nossa cidade tem uma cota anual de 12 milhões de reais para essa secretaria da Assistência Social. Deste montante, nove milhões ficam para garantir a máquina estatal. Ou seja, nove milhões são para manter a folha de pagamento, os cafezinhos, os cargos comissionados, as burocracias e etc. E apenas o restante, três milhões, chega ao povo efetivamente. O que queremos mudar é isso! Fazer com que os 12 milhões, ou seja, um milhão por mês, cheguem ao povo através de “vouchers”. Imaginem se pudéssemos entregar “vouchers” de R$ 500,00 por mês em vales alimentação, ao invés de cestas básicas. Conseguiríamos atender a 2000 pessoas em situação de penúria extrema, ou seja, 1% de nossa população Araçatubense. Isso é procurar resolver o problema de verdade! Isso é o papel do #ARACATUBADOBEM.
Terminamos esse artigo hoje, demonstrando que o #ARACATUBADOBEM não se trata apenas de um movimento que quer ver as pessoas se enriquecer, trabalhando e empreendendo. Trata-se de um movimento que se preocupa com aqueles que não puderam ter uma vida digna justamente por conta do Estado. E por essa razão iremos lutar nesse flanco, e iremos ajudar de verdade muita gente a aprender a usar do dinheiro, segundo a sua vontade, e a não depender de um presente chamado cesta básica “dado” por grupos políticos todos os meses.
Gostou da ideia? Então venha fazer parte com a gente. Não conseguiremos fazer tudo sem termos a sociedade lutando conosco. Participe! #ARACATUBADOBEM, faça parte você também!

Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM

 

Veja também

Aluguel até R$ 1.250 foi opção de 60% dos inquilinos na região de Araçatuba

DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA A locação de imóveis residenciais cresceu 8% em novembro em comparação …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *