Finalidades do #ARACATUBADOBEM – Parte 1

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Rodrigo Andolfato

Estou de volta com o assunto que mais me motiva escrever a respeito, e também em atuar de forma “pró bono”, o #ARACATUBADOBEM. Este artigo começa uma série de textos que visam explicar grande parte do estatuto oficial desta ONG, mais efetivamente, o que diz seu estatuto sobre as finalidades deste movimento que mais cresce em nossa sociedade.
Um estatuto, assim como uma Constituição, deve ser conciso e direto. E assim como os “Papéis Federalistas” (Federalist Papers), que foi uma série de 85 artigos que argumentaram os propósitos de cada item da Constituição Americana, para ratificá-la, o propósito deste artigo, e dos próximos, é justamente o mesmo para o estatuto do #ARACATUBADOBEM. Longe de mim, querer me comparar a James Madison, Alexander Hamilton ou John Jay, mas me pauto neles para tentar mudar o mundo através de meu quintal, através das minhas ações locais.
Dito isso, explicitando o propósito deste, e dos próximos textos, vamos ao que interessa. O estatuto do #ARACATUBADOBEM apresenta 18 páginas, sendo que o Capítulo II, que trata “Das Finalidades”, ocupa metade do documento. Todo estatuto tem as formalidades obrigatórias para registro e organização, mas procuramos deixar tudo o mais prático, simples e democrático, possível. Questões burocráticas não merecem registro em minha opinião, mas as questões filosóficas que norteiam um agrupamento de pessoas, sim.
Já na primeira página, onde se inicia o Capítulo II, o Artigo Segundo do estatuto traz o seguinte texto: “O #ARACATUBADOBEM tem por finalidade:”. É com esta frase que tratamos vários assuntos de interesse público, em seu sentido mais amplo. Não no sentido “de acudir” via assistencialismo, mas no sentido amplo de auxiliar os indivíduos a criar modelos de negócios que contemplem as mais diversas áreas da vida em sociedade. Muitos negócios em nossas vidas têm muito a ver com nossas afinidades. Por exemplo, quem tem um Pet shop, normalmente gosta de animais. Quem tem loja de artigos esportivos, normalmente gosta de esportes. A ideia então foi propor projetos de implantação de modelos de negócio nas mais diversas áreas de atividade.
É importante deixar claro neste ponto do texto que nosso movimento tem duas vertentes. Uma é a vertente da divulgação de negócios de empreendedores locais que estão ganhando a vida e lutando, seja na formalidade, seja na informalidade. Essa primeira vertente não precisa de estatuto, nem de burocracia para acontecer. Já estamos fazendo isso, divulgando via redes sociais os negócios de todos que nos procuram, bem como estamos distribuindo banners para locais que permitam sua colocação, e adesivos para carros de quem queira divulgar nossa ação.
Já a segunda vertente da ONG visa organizar projetos de novos modelos de negócios através da participação de pessoas que se interessem sobre uma determinada área como explicado acima. Ajudaremos as pessoas a se dedicarem ao que gostam, mas sempre demonstrando a importância do lucro na manutenção da perenidade da coisa. Devemos lembrar que quando um negócio atende a sociedade de forma efetiva, não há necessidade de se tomar dinheiro de ninguém via impostos, para que se faça aquilo que ninguém paga livremente por tal coisa. Essa é a ideia principal da ONG, fazer com que projetos de vida se tornem negócios lucrativos geradores de riqueza e felicidade. Tudo isso privilegiando as pessoas da própria comunidade através de negócios que não demandem a armadilha do formalismo burocrático empresarial.
Assim, como encerramento deste primeiro “municipalist paper”, colocamos o item primeiro das finalidades da ONG: “A DISSEMINAÇÃO DO EMPREENDEDORISMO LIBERAL”. Tal primeira finalidade é que norteia todas as outras, mas que deve estar exposta como item primário do estatuto. Segue o texto na íntegra, de seu único parágrafo: “Serão ministrados cursos e orientações em variadas áreas profissionais na Sede da Entidade ou em espaços, público ou privado, cedidos ou alugados, voltados a instruir e ajudar pessoas empreendedoras, que tenham seu pequeno negócio, a ter uma dinâmica baseada na autossuficiência financeira, e na mínima contribuição legal, tanto quanto possível, com as receitas do Estado através do pagamento de impostos, sem infringir o Código Tributário Nacional CTN.”
O que esse primeiro item quer explicitar efetivamente é que vamos tentar ajudar as pessoas a organizar seus pequenos negócios informais, sem com isso força-la à formalidade. Vamos ensinar que dá para se fazer muita coisa, ganhar muito dinheiro para si, antes de se ver obrigado a formalização. Vamos ensinar através de números que se formalizar encarece todos os produtos com que esses informais trabalham, pois o Estado se torna um dos piores sócios que existe e que custa muito caro. Vamos ajudar a desenvolver negócios em diversas áreas, focando na excelência técnica, mas sempre demonstrando que existe o tempo certo para cada coisa. Em suma, esse primeiro item norteia a ideia geral. GERAR RIQUEZA ATRAVÉS DO EMPREENDEDORISMO LOCAL PARA TODOS!

Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM


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