Prefeitura mudará de sede mais uma vez

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ARNON GOMES – MIRANDÓPOLIS

A cidade que, somente neste ano, chegou ao seu terceiro prefeito, em breve, chegará também à sua terceira sede administrativa. O prefeito de Mirandópolis, Everton Sodário (PSL), informou ontem que, nos próximos dias, terá início processo de transferência dos serviços do Paço Municipal para imóvel onde funcionava o Banco do Brasil.
Segundo ele, o município pagará R$ 5 mil mensais de aluguel ao atual proprietário do imóvel. Na negociação, o poder público conseguiu carência de dois meses. Com isso, os pagamentos começarão a ser feitos em janeiro.
Sodário se disse satisfeito com o fechamento do negócio, pois ficou abaixo do valor estipulado inicialmente, em torno de R$ 7 mil. Empossado no cargo há pouco mais de uma semana, após vencer eleição suplementar, Sodário havia estabelecido a mudança de local como uma de sua prioridades iniciais já durante a posse.
Ele se diz incomodado com o atendimento atualmente prestado pela Prefeitura no ginásio municipal de esportes. A Prefeitura passou a funcionar na praça esportiva pouco após o início do governo interino do presidente da Câmara, Carlos Ortega (MDB). Em junho, o emedebista havia assumido o Executivo provisoriamente, até a realização da nova eleição, em virtude da cassação da prefeita Regina Mustafa (PV) e do vice José Antônio Rodrigues (PSD).
Na ocasião, Ortega decidiu pela transferência, da antiga sede, junto ao terminal rodoviário local, para o ginásio. E,e tinha em mãos, à época, laudo que apontava situação de risco da sede do Executivo. A sede oficial permanece interditava. “Hoje, infelizmente, estamos no ginásio de esporte, com as salas atendendo debaixo das arquibancadas. É um desrespeito à população”, criticou Sodário.

CONTENÇÃO
No mesmo dia em que o chefe do Executivo confirmou o acordo para funcionamento da Prefeitura, foi publicado o prometido decreto de contenção de despesas previsto para durar até o próximo mês.
No texto, o prefeito diz que a medida considera “a obrigação contínua de planejar, acompanhar e avaliar as ações do Poder Executivo no tocante à gestão orçamentária, financeira e administrativa”, a necessidade de “uso correto dos recursos existentes e na qualificação do gasto público, primando pela eficiência na gestão governamental” e “a deterioração do cenário econômico nacional e a escassez de recursos”.
O documento obriga a racionalização do uso de linhas telefônicas, energia elétrica e materiais de consumo, a realização de triagem para adiantamentos a servidores por serviços fora da cidade, controle rigoroso no uso da frota municipal, aquisição de mercadorias em quantidades necessárias à utilização diária e o parcelamento de serviços de manutenção de veículos quando os valores superarem R$ 5 mil.
Com o decreto, ficam ainda suspensas a realização de projetos que envolvam aumento de gastos, exceto aqueles com convênio em andamento; o pagamento de horas extras; a utilização de maquinário oficial em fins de semana e feriados e a cessão da frota para a realização de eventos, serviços ou viagens de qualquer natureza.

 


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