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    Home»Cidades»Andradina»A SAGA DA MULHER MODERNA
    Andradina

    A SAGA DA MULHER MODERNA

    By jornalistacrispim4 de julho de 2021Updated:5 de julho de 2021Nenhum comentário4 Mins Read
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    JÉSSICA BRANDÃO

    A vida “moderna” nos leva a acumular uma série de funções e responsabilidades que consequentemente aumentam muito nossa autocobrança, a ansiedade, e o estresse no dia-a-dia.
    O tempo todo estamos correndo contra o tempo tentando dar conta de tudo com o máximo de eficiência para que a sensação de incompetência e fracasso – que o sistema nos faz sentir – passem bem longe da nossa realidade. Mais sabemos que não é assim que funciona.
    Os múltiplos papéis que assumimos nas últimas décadas fazem com que sejamos nossas maiores supervisoras e críticas. Querer mostrar o tempo todo que damos conta de tudo, não é o melhor caminho!
    Passamos a nos cobrar em altos níveis dentro dessa avaliação e tentamos (mesmo que de forma inconsciente) provar a todos – e a nós mesmas – que somos capazes de dar conta de tudo. E claro, que isso cansa, tira toda nossa energia e além do mais, é desnecessário. Mas demoramos para entender e compreender isso, eu ainda luto contra.
    Buscamos alta performance como profissionais, mães, gerindo nossas famílias, relações, finanças, etc. Mas o resultado que chega junto com isso tudo é uma grande frustração, um sentimento de impotência junto com o aumento gritante da nossa ansiedade e estresse, desencadeando problemas físicos e emocionais, quando algo não sai da forma que a gente quer, ou sai fora do nosso controle.
    O número de mulheres que têm apresentado quadros de depressão, síndrome do pânico e transtornos decorrentes de crises de ansiedade estão cada vez mais elevados. E a maior parte das que estão em idade fértil sofre com problemas recorrentes no ciclo menstrual ­- resultado dos impactos emocionais no nosso sistema cíclico que essa vida moderna nos traz. Por isso nós mulheres, sentimos tudo tão intensamente, as vezes até mais do que deveria sentir. Por isso é muito importante cuidarmos cada vez mais sobre o que absorvemos, aprender a filtrar, e saber que nem tudo está sob nosso controle e sob nossa responsabilidade.
    Por sermos mais conectadas com nossas emoções, somos mais pré-dispostas que os homens a desenvolver problemas de saúde ocasionados por esse ritmo de vida – e da mente – tão acelerado. Mas essa sensibilidade não deve ser vista como um problema, muito pelo contrário, temos em nosso corpo um mapa emocional e comportamental sempre pronto a nos mostrar para onde devemos olhar e o quê está ocasionando nossos problemas de saúde.
    Nossas ancestrais não viviam tantos impactos dessa natureza como vivemos hoje. A vida moderna nos trouxe preocupações, medos, frustrações e sensação de perda a todo momento. Sentimentos que antes eram bem menos presentes nas mulheres.
    Lembre-se, que somos humanas e não precisamos provar nada para ninguém. Erramos muitas vezes, não somos perfeitas e não precisamos carregar o mundo em nossas costas.
    Precisamos respirar mais, meditando, entrando em contato com que realmente devemos priorizar e que nos faz bem, independentemente do mundo externo que vende tantas ilusões, modelos de beleza, sucesso e felicidade.
    Quando olhamos cada papel que temos assumido e escolhemos quais deles são realmente necessários e nos realizam, damos um grande passo para organizar essa “bagunça interna”. Ai tudo começa a fazer sentido.
    Muitas vezes, entregar os encargos que não queremos e não precisamos não é assumir que fracassamos. É maturidade. É saber utilizar a inteligência emocional a nosso favor.
    Sempre podem existir incumbências que não escolhemos e não temos como deixar para trás. Criar os filhos muitas vezes sozinhas, pagar as contas sem ajuda, cuidar da casa e de tudo o que envolve um lar e uma família, são situações que quase nunca podemos soltar, deixar de lado. Mas para que isso seja leve, é preciso cuidarmos de nós mesmas. É necessário incluir à rotina um tempo só́ para nós, para o que gostamos de fazer, que nos ajuda a liberar a ansiedade e a tensão que nos ronda.
    Quem não se cuida e não se prioriza acaba doente, exausta e sem energia.
    “A mulher é a força motriz da criação, do amor e da colaboração. Se essa fonte seca, tudo ao seu redor há́ de secar também. Cuide de si mesma, e todo o seu entorno estará́ amorosamente nutrido”.

     

    Jéssica Brandão – Gestão de Recursos Humanos / Articulista de Opinião / Redatora / PNL

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