Servente suspeito de ter assassinado jovem em Birigui é investigado por estupro

O jovem de 22 anos preso pela Polícia Civil de Birigui no último fim de semana, suspeito de assassinar Larissa Eleutério dos Santos, de 27, é investigado por estupro. O crime teria ocorrido uma semana antes da morte da mulher e a vítima seria uma jovem de 18 anos.

Conforme informações apuradas pela reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, na ocasião, ela foi levada para a zona rural do município, teve o pescoço apertado e foi obrigada a manter relação sexual com o indiciado. Depois, ele teria feito ameaças de morte, caso contasse o ocorrido a alguém. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.

ASSASSINATO DE LARISSA

Larissa foi encontrada morta na tarde de sábado, dia 13 de novembro, em uma chácara na zona rural de Birigui. A vítima estava nua com um cinto preso ao pescoço. Em um primeiro momento, a polícia não conseguiu fazer a identificação, já que não havia nenhum documento que pudesse identificá-la.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a jovem estava de bruços, sem vida e com uma espécie de cinto jeans amarrado no pescoço. A área foi preservada para o trabalho da perícia técnica. O laudo deverá ficar pronto em até 30 dias. Em seguida, o corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Araçatuba e passou por exame necroscópico. Lá, familiares da mulher compareceram e realizaram o reconhecimento por meio de algumas tatuagens que ela possuía no corpo.

PRISÃO

A detenção do servente de pedreiro W.C.P. ocorreu no último sábado (27). Ele confessou ter assassinado a jovem. As equipes da Polícia Civil compareceram até o endereço do investigado para cumprimento do mandado de prisão e de busca e apreensão. O indiciado estava no quarto. Ele alegou não possuir celular, por isso os policiais apreenderam um capacete.
O rapaz foi encaminhado até a delegacia e prestou depoimento. Durante o interrogatório, ele confessou ter assassinado a vítima por asfixia fazendo o uso de um cinto e o motivo teria sido por conta de uma discussão durante o uso de cocaína. Ele negou a ter estuprado. O investigado foi transferido para a cadeia pública de Penápolis. O mandado de prisão é válido por 30 dias. As investigações continuam.

 

 

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