Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Festa das Ações LR1
    Trending
    • Araçatuba adapta lista de espera por vagas na rede municipal de ensino à nova lei
    • Araçatuba adere a programa nacional de fortalecimento das corregedorias
    • Araçatuba entrega simbolicamente R$ 2,9 milhões em emendas impositivas nesta quarta-feira
    • Plantio de 50 mudas reforça arborização em cruzamento na Fundadores
    • Agências de Caixa na região podem entrar em greve a partir do dia 10
    • Prefeitura mobiliza equipes desde sexta para recuperar danos causados por ventos fortes em Andradina
    • Polícia apreende moto e carro em Operação Baixo Ruído no bairro Águas Claras
    • Sindicato repassa 580 litros de leite doados por bancários a três instituições
    Festa das Ações LR1
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Mundo»Brasil»Pesquisadores do Pará desenvolvem repelente para combater o Aedes Aegypti
    Brasil

    Pesquisadores do Pará desenvolvem repelente para combater o Aedes Aegypti

    By marcio123rocha2 de junho de 2017Nenhum comentário1 Min Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) desenvolvem repelente à base de planta amazônica Montrichardia Linifera (nome científico da Aninga). O estudo teve inicio há 10 anos, a partir da constatação de ribeirinhos que relataram a ausência do mosquito transmissor da malária nas regiões onde são encontradas a Aninga.

    A pesquisadora do MPEG  Cristina Bastos do Amarante conta que um dos fatores que motivou o estudo da aninga foram os relatos de ribeirinhos. A partir daí, a pesquisa foi levada ao laboratório e vem tendo bons resultados. ”Vimos que, realmente, os extratos desta planta inibem o crescimento dos ovos do Plasmodium Falciparum (parasita causador da malária). Repetimos os testes e começamos a ter resultados positivos,” disse.

    Segundo os dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em 2016, 794 pessoas morreram em todo o país em consequências de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, tais como a dengue, Zika e a febre chikungunya.

    O MCTIC avalia positivamente a pesquisa que tem o prazo de cinco anos para ser concluída, mas que esse tempo pode ser reduzido para apenas um ano, dependendo de parcerias que financiem os estudos.

    Agência Brasil

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleSeca Club recebe quatro partidas do Campeonato “Bom de Bola” neste domingo
    Next Article Prefeitura de Araçatuba abre negociação de débitos
    marcio123rocha
    • Website

    Related Posts

    Brasil

    São Paulo nomeia mais de 1.400 novos investigadores para reforçar efetivo da Polícia Civil

    2 de setembro de 2026
    Araçatuba

    Vestibulinho das Etecs oferece redução de 50% na taxa de inscrição

    18 de agosto de 2026
    Brasil

    Centro Paula Souza divulga calendário do Vestibular das Fatecs para o primeiro semestre de 2027

    10 de agosto de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.