Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Demo
    Trending
    • Hospital de Alto Alegre é beneficiado com nova Tabela SUS Paulista para unidades municipais
    • Abertas as inscrições para 205 moradias do Guararapes D
    • Defesa Civil de SP alerta para risco de temporais isolados e queda nas temperaturas até segunda-feira
    • Prefeitura de Birigui volta a usar carros destruídos para conscientizar sobre segurança no trânsito
    • Dia do Assistente Social é marcado por reflexão e valorização da atuação dos servidores da rede socioassistencial
    • Programa Rodovia Mirim reforça educação no trânsito durante ações do Maio Amarelo em Araçatuba
    • Devido à instabilidade climática, Prefeitura de Araçatuba adia o evento “Doce Praça”
    • Corridas, evento religioso, tecnologia no agro e ações culturais provocam interdições em Araçatuba
    Demo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Mundo»Brasil»Pesquisadores do Pará desenvolvem repelente para combater o Aedes Aegypti
    Brasil

    Pesquisadores do Pará desenvolvem repelente para combater o Aedes Aegypti

    By marcio123rocha2 de junho de 2017Nenhum comentário1 Min Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) desenvolvem repelente à base de planta amazônica Montrichardia Linifera (nome científico da Aninga). O estudo teve inicio há 10 anos, a partir da constatação de ribeirinhos que relataram a ausência do mosquito transmissor da malária nas regiões onde são encontradas a Aninga.

    A pesquisadora do MPEG  Cristina Bastos do Amarante conta que um dos fatores que motivou o estudo da aninga foram os relatos de ribeirinhos. A partir daí, a pesquisa foi levada ao laboratório e vem tendo bons resultados. ”Vimos que, realmente, os extratos desta planta inibem o crescimento dos ovos do Plasmodium Falciparum (parasita causador da malária). Repetimos os testes e começamos a ter resultados positivos,” disse.

    Segundo os dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em 2016, 794 pessoas morreram em todo o país em consequências de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, tais como a dengue, Zika e a febre chikungunya.

    O MCTIC avalia positivamente a pesquisa que tem o prazo de cinco anos para ser concluída, mas que esse tempo pode ser reduzido para apenas um ano, dependendo de parcerias que financiem os estudos.

    Agência Brasil

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleSeca Club recebe quatro partidas do Campeonato “Bom de Bola” neste domingo
    Next Article Prefeitura de Araçatuba abre negociação de débitos
    marcio123rocha
    • Website

    Related Posts

    Brasil

    Defesa Civil de SP alerta para risco de temporais isolados e queda nas temperaturas até segunda-feira

    16 de maio de 2026
    Brasil

    Proposta do Governo de SP que aumenta salário mínimo paulista para R$ 1.874 é aprovada; alta é de 46% em 4 anos

    14 de maio de 2026
    Brasil

    PIX cresce 34% e se torna maior vetor da digitalização dos meios de pagamento no Brasil

    14 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.