Por Alexandra Rocha
Hoje vou falar de um gênero que geralmente não escrevo pois não é minha praia, estou falando no gênero do terror, pois sinceramente tenho medo mesmo admito, mas comecei a ver muitos comentários sobre o filme “Drácula” do diretor Luc Besson lançado no ano passado e a curiosidade me fez assistir e sinceramente é uma obra prima.
O filme é mais um romance gótico do que uma história de terror, uma adaptação bem ao estilo de Bran Stoker conta a história clássica de Drácula, Vlad, um príncipe guerreiro do século XV que ao enfrentar uma enorme batalha contra o império otomano perde sua amada esposa Elizabeta.
O desespero do príncipe é tão grande que ele se revolta contra Deus e acaba sendo amaldiçoado e se transformando em vampiro, séculos depois em Paris do século XIX, em plena Belle Epoque este homem conhecido mundialmente como Drácula encontra uma mulher que ele acredita ser a reencarnação de sua amada esposa Elizabeta.
“Drácula: Uma História de Amor Eterno” é uma profunda narrativa de amor e paciência onde um homem espera 400 anos pela reencarnação de sua amada, o filme é bem teatral com figurinos lindos e uma narrativa mais gótica do que de terror, com um elenco que encaixa perfeitamente no roteiro, o filme acaba sendo uma grande história de amor claro que meio estranha.
Eu sinceramente não esperava nada do filme mais o diretor Luc Besson trouxe uma a antiga história de Drácula renovada e bem performática com uma filmografia que vale a pena ser assistida.
Se você se interessou pelo filme vai encontrar “Drácula: Uma História de Amor Eterno” na Prime Video, na Globoplay e em algumas plataformas independentes, uma produção que vale a pena assistir.



