NÚMEROS - Levantamento mostra o trabalho desenvolvido pela Vigilância Sanitária DIVULGAÇÃO

Vigilância Sanitária divulga balanço de fiscalizações de janeiro a julho

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DA REDAÇÃO – TRÊS LAGOAS

Na quinta-feira (5), foi comemorado o Dia Nacional da Vigilância Sanitária. Por mais que algumas pessoas não respeitem e entendam este importante serviço, é preciso considerar que é este órgão que garante que normas internacionais sanitárias sejam respeitadas e seguidas. Estas normas garantem que, por exemplo, um alimento mal armazenado não faça mal à saúde do consumidor ou que um medicamento manipulado incorretamente 

cause a piora de um paciente, além de evitar que alguns ambientes possam gerar proliferação de insetos, vetores ou até doenças.

Além disso, em Três Lagoas, o setor está na linha de frente de combate à covid-19 diariamente nas ruas do município, coibindo as imprudências e desrespeito aos decretos vigentes e medidas de biossegurança. Na quinta (05), o coordenador do Setor de Vigilância Sanitária, Christovam Bazan, apresentou o balanço das ações de fiscalização nestes sete primeiros meses de 2.021.

O relatório aponta ainda uma aglomeração de 40 pessoas em posto de combustível no mês de julho, 01 em espaço público e 14 bares e conveniências que tiveram que fechar por quantidade de pessoas acima do permitido por decreto.

Com o empenho dos servidores das secretarias da Prefeitura e a parceria do Ministério Público Estadual, Polícias Civil, Militar, Militar Ambiental e Corpo de Bombeiros, a fiscalização continua ativa diariamente com rondas pelos locais de maior circulação e frequentação de pessoas e atendendo às denúncias.

 

DESAFIOS

Conforme o coordenador de Vigilância Sanitária, Christovam Bazan, o maior desafio das equipes de fiscalização ainda é a falta de consciência das pessoas em não aceitar as exigências e que o vírus existe e é mortal.

“Mesmo com todas as mídias noticiando as mortes por COVID-19 e o mundo todo sofrendo com a pandemia, ainda existem pessoas que duvidam dos riscos de transmissão e do quanto o vírus é fatal. A falta de informação e negar os fatos é o nosso maior problema”, relata.

Bazan acrescenta que em várias abordagens, os fiscais encontraram resistências, foram desacatados e, nestes casos, os autores foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. Ele destaca também a reincidência de estabelecimentos comerciais no desrespeito às medidas de biossegurança, sendo necessária a aplicação de multa e interdição nestes locais.

 


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