APRESENTAÇÃO - Secretária Angela Brito falou sobre o programa e respondeu perguntas dos vereadores DIVULGAÇÃO

Secretária apresenta programa que prevê tablets e internet para professores e alunos

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DA REDAÇÃO – TRÊS LAGOAS

Na manhã dessa terça-feira (6), os vereadores reuniram-se com a secretária municipal de educação, Ângela Brito, para conhecer detalhes do projeto de lei que será encaminhado à Câmara, na próxima semana. Trata-se do Programa Ensinar e aprender mediado pelas tecnologias (Proatec), previsto para o período de execução de 2021-2024.

A reunião ocorreu na Câmara e foi proposta pelo líder do prefeito, no Legislativo, vereador Tonhão.

Conforme a proposta, 1.117 professores poderão aderir ao programa e ter acesso a computadores e custeio de internet. Tanto os computadores quanto o acesso à rede mundial de computadores serão custeados pelo município. O investimento inicial para desenvolvimento do Proatec é de R$ 17 milhões, mais construções e mobiliários.

O objetivo do programa é criar condições para que o ensino, função basilar do professor, possa ser viabilizado de modo que todos os estudantes, tenham as mesmas condições de acessar as tecnologias ativas, com vista a minimizar os impactos do fracasso escolar e abandono escolar em tempos de pandemia e pós pandemia.

Neste sentido, Ângela Brito destacou que a escolha dos alunos, das séries citadas, ocorreu devido ao alto índice de evasão e que apesar de ser um programa com período estabelecido, nada impede que seja transformado numa política de educação municipal, permanente.

O Proatec será organizado em etapas, tendo início em julho de 2021. É um programa que integrará vários outros projetos educacionais e terá a tecnologia como eixo estruturante dos projetos. Além da disponibilização de lousas digitais.

Serão disponibilizados um notebook e mais um auxílio de R$ 70 (para aquisição de internet) para os professores e tabletes para alunos matriculados do 6º ao 9º ano. Além disso, o Proatec prevê a construção de um Centro de Referência em Atendimento e Formação do Professor (Crefor) e um Núcleo de Tecnologia em Educação (Nuted), para os próximos anos.

“Com a Pandemia não teremos de volta o ensino como era, haverá sempre a tecnologia mediando. A educação tem que dar as condições reais para promover o processo de ensino aprendizagem”, frisou a secretária municipal de educação.

Os vereadores questionaram sobre custos, cedências de equipamentos e acesso à internet, e também, reforçaram que realmente o sistema híbrido veio para ficar e é muito valorosa a iniciativa da administração municipal de se adequar à nova realidade, com um programa com metas, objetivos e ações a curto e longo prazo.

Demandas como atenção para alunos com necessidades especiais e da área rural também foram citadas pelos parlamenteares, aproveitando a oportunidade.

O PL referente ao programa será analisado em sessão extraordinária, na próxima segunda-feira (12), antes do início do recesso parlamentar.

 


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