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terça-feira, maio 24, 2022

Coordenador fala sobre conquistas do curso de Engenharia Agronômica

“Em 28 de janeiro de 2013 iniciava as aulas do período letivo daquele ano e juntamente com os demais alunos do Centro Universitário Católico Unisalesiano de Lins, uma classe nova chamava a atenção. Instituição de ensino com mais de 70 anos de tradição em Lins, com cursos nas áreas de humanas e biológicas, atrevia-se a encarar novo desafio, o de desbravar as ciências agrárias, ou melhor, da Engenharia Agronômica. A turma de ingressantes era composta por filhos de agricultores, funcionários de usinas sucroalcooleiras e lojas agropecuárias de Lins e região, sem contar aqueles que se afinavam com o propósito do curso, mas, ainda não tinham tido oportunidade de trabalho na área”, afirma o professor Hemerson Fernandes Calgaro.

Segundo Calgado, assim começou o curso de Engenharia Agronômica do Unisalesiano de Lins. Além da tradição de décadas de ensino, a instituição apresentava, uma Fazenda Escola pronta para ser utilizada como campo experimental, um corpo docente que, ao longo dos anos, cresceu em titulação, experiência e produção científica, angariando, entre outras, algumas premiações.

“O status econômico da região de Lins gravita no agronegócio, seja na produção leiteira, gado de corte, fruticultura, grãos, seringueira, eucalipto, olerícolas e na matéria prima bruta ou processada. A região, cujo potencial produtivo é indiscutível, não precisa viver do passado para vangloriar o presente. É terra que produz e gente que trabalha, às vezes estremecida pelas irresponsabilidades dos governantes nacionais. De qualquer forma, possui condições, insumos e ideias para gerar riquezas, empregos e melhorar a qualidade de vida do homem do campo”, acrescenta o professor.

De acordo com Calgado, nos dias 17 e 18 de agosto último, professores representantes do Ministério da Educação e Cultura estiveram em tempo integral, visitando instalações, biblioteca, fazenda, laboratórios, salas de aula, realizaram reuniões com professores, alunos e reitoria, e um check list com mais de cem itens para averiguarem, culminando com a nota oriunda do reconhecimento do curso de Engenharia Agronômica. “Foram dias tensos e intensos, regado a muito café e períodos de expectativa, onde tentávamos descobrir qual seria a próxima solicitação dos representantes do MEC”, enfatizou.

“Por fim, o relatório foi elaborado e a nota 5, Máxima, estampa com destaque em meio a elogios a nossa instituição. Desde a visita, até o início desta semana, foram dias de expectativa e a comemoração é parte integrante. Paralelo ao MEC, o processo de credenciamento de curso junto ao CREA-SP começou e finalizou antes mesmo do processo do MEC. Portanto, os formandos deste ano terão dupla certificação, o diploma da faculdade, reconhecido pelo MEC e receberão a carteira do Crea-SP, habilitando-os como Engenheiros Agrônomos”, finalizou o coordenador do curso, professor Hemerson Fernandes Calgaro.

Da Redação

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