PLANEJAR - Direção da FEA trabvalha com planejamento para garantir a expansão da instituição

Direção da Fundação Educacional está atenta para promover a expansão

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ANTÔNIO CRISPIM – ANDRADINA

A Fundação Educacional de Andradina é uma das mais antigas e tradicionais instituições de ensino da região Noroeste de São Paulo e vem ampliando e conquistando espaços. A exemplo de outras instituições de ensino no Brasil, a direção teve de adequar-se à nova realidade do ensino com a pandemia do novo coronavírus. Porém, enquanto muitos procuram apenas manter-se, a FEA foi buscar profissional experiente que assumiu a direção geral para alavancar o crescimento e até mesmo criar novos cursos.

O SRC e O LIBERAL REGIONAL entrevistaram os responsáveis diretos pela gestão da Fundação Educacional, mantenedora do Colégio Stella Maris (cursos profissionalizantes e Anglo), Faculdades Integradas Stella Maris e a Faculdade de Ciências Agronômicas.

A gestão da Fundação Educacional é feita por meio do Conselho, presidido por Luiz Gustavo Leonello. A administração direta tem como presidente o advogado Adalberto Bento (diretor executivo), Dércio CaliIter (gestor administrativo e financeiro) e agora, na área acadêmica, tem o diretor geral Lauro Lodo Prado.

O presidente Adalberto Bento falou sobre a contratação de um novo diretor acadêmico. “Em função da nova realidade do mundo atual, por conta da pandemia do Covid19, sobrecarregam muito as diretoras acadêmicas, tanto do Colégio como das Faculdades, e com isso vimos a necessidade de dar um suporte a elas. Por isso fomos ao mercado buscar um profissional com vasto conhecimento da área acadêmica, que viesse dar esse suporte e assim alavancar a captação de alunos e buscar novas alternativas de cursos que venham atender à demanda da nossa cidade e da região, no que tange a formação acadêmica”, disse o doutor Bento.

Quanto à expansão, o presidente disse que é possível. “Com a expansão do comércio, indústria e serviços na nossa região, haverá um crescimento na demanda de profissionais qualificados para preencher essas vagas, e isso fará com que nós, da FEA, busquemos novos cursos”, acrescentou.

Segundo o doutor Bento, com tantos alunos, foi um desafio implantou o ensino a distância devido à pandemia. “Um processo de muito aprendizado e adaptações para todos, seja alunos, funcionários e professores. Mas tivemos ações pontuais com resultados positivos para o desenvolvimento do ensino remoto, que compreendeu a união de todo corpo diretivo e docente. Assim alcançamos no objetivo de manutenção da qualidade do ensino, mesmo com tantas barreiras e dificuldades”, finalizou

 

FINANCEIRO

O gestou administrativo e financeiro, Dércio Calister, admitiu aumento da inadimplência durante a pandemia, como em várias outras instituições.

“A pandemia pegou todos de surpresa quando da determinação pelos órgãos da saúde com o objetivo aplicar o isolamento de todos. Muitos empresários tiveram seu comércio fechado, muitos pais e alunos, tiveram suspenção de contrato de trabalho, redução de jornada de trabalho e por consequência reduziu seu salário. Como tudo isso era novo, muitos resolveram deixar o pagamento das escolas em segundo plano, se resguardando de uma possibilidade de ter que usar suas reservas para o abastecimento de sua casa, isso gerou uma inadimplência enorme, nunca havido antes. Observando esse cenário, a FEA resolveu ajudar seus alunos, ofertando um desconto nas mensalidades. Esta atitude, fez reduzir a inadimplência, então conseguimos superar essa fase crítica”, disse.

De acordo com Calister, como a situação ainda não está normalizada, a direção da FEA decidiu manter o benefício. “Dando continuidade ao plano de ajuda aos alunos, mantivemos os valores das mensalidades praticadas em 2020, para o primeiro semestre de 2021, isso para aqueles que fizeram suas matrículas e/ou rematrículas até o dia 15 de dezembro”, concluiu.

 

 

RETRANCA 1

Diretor geral acadêmico desenvolve planto para desenvolvimento da FEA

O novo diretor geral Lauro Lodo Prado, que assumiu o cargo há poucas semanas, tem 40 anos e já mergulhado no trabalho. “Plano de desenvolvimento institucional, com muita solidez no processo de reestruturação acadêmica e administrativa, com a premissa de muita qualidade e eficiência na prestação de serviço

Sobre a possibilidade de novos cursos, Lauro Prado foi direto. “Sim, sempre pensamos em atender as necessidades educacionais da região. Para isso é necessário uma análise aprofundada da demanda para podermos definir novos cursos”.

“Os principais desafios serão as adequações e convergências no cenário pós-pandemia, que deverão ser observados com muito mais resiliência e empatia nos processos. Além disso, uma interpretação e análise mais profunda e assertiva em todo processo educacional”, finalizou o novo diretor.

 

FORMAÇÃO

Lauro Prado é economista, formado pela Universidade Federal do Paraná; doutor em Sociologia (PUC-SP); pós-doutorado em Sociologia (Universidade de Coimbra – Portugal). Na área de economia atuou na Philip Morris Brasil e na Construtora Costa Feitosa. Desde 2007 dedica-se à área educacional, atuando como professor, coordenador de curso, Diretor Acadêmico e Diretor de Campus, nas seguintes instituições: FEI, Unisantos, Uninove, PUC-SP, Reges e Faculdade Futura.

 


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