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Araçatuba
quarta-feira, maio 18, 2022

Veja as razões do preço do ovo de páscoa ser muito elevado em comparação a outros chocolates

 

DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

O quilo do ovo de páscoa pode chegar a três vezes o valor da barra de chocolate. Quando se trata de ovo com brinquedo, o valor pode chegar a cinco vezes o preço do produto em barra. Os números foram revelados em uma pesquisa feita pelo Procon de São Paulo.

Os dados da pesquisa mostram que o preço médio de um quilo de ovo de Páscoa simples (sem acessório ou brinquedo) é de R$ 214,96, enquanto os mais sofisticados (com brindes inclusos) chegam a R$ 394,65. Já o quilo dos bombons sai por R$ 124,81 e as barras, por R$ 77,27 o quilo.

 

 A explicação das empresas é de que a produção é muito mais cara.

Veja os motivos:

1 – Custo da produção Produção mais cara

Por ter um processo de fabricação mais complexo em comparação à barra de chocolate, o custo é mais elevado. Além disso, exige mais trabalho artesanal, o que demanda mais mão de obra, especialmente nas embalagens. As empresas precisam contratar funcionários temporários, isso também eleva o custo. Já o processo de, um processo de fabricação do cholate em barra, é automatizado, com mais produção e menos custo.

  1. Embalagem

A embalagem dos ovos de páscoa têm custo mais elevado. São usados papéis diferentes e em alguns casos paga-se royalties pela imagem usada. Já na barra, as máquinas fazem tudo. 

  1. Armazenamento 

A produção de ovos de páscoa começa entre setembro e outubro. O estoque precisa ficar armazenado em ambiente refrigerado. Isso eleva custo. 

  1. Transporte 

De acordo com a indústrua, o chocolate em barra ou bombons são transportados com mais facilidade. Mas os ovos de Páscoa ocupam muito espaço porque são ocos e podem quebrar facilmente. Um caminhão que leva 12 toneladas de tablete de caixas de bombons, só consegue transportar quatro toneladas de ovos. 

 

5 – Desperdício.

As empresas acrescentam um custo para cobrir eventuais perdas. Após a Páscoa, os ovos que não são vendidos voltam para os fabricantes e podem gerar prejuízo. Por mais que cálculos e estudos sejam feitos, sempre sobra. ((Com informações Uol)

 

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