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    Home»Cidades»Araçatuba»O código que nos habita
    Araçatuba

    O código que nos habita

    By dfernandesmr5 de janeiro de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    *Marcelo Teixeira

    Em tempos de promessas fáceis, fórmulas instantâneas e gurus de ocasião, o livro “O Código Humano – 23 Lições para a sua evolução” surge como um convite menos barulhento e mais profundo: olhar para dentro. Não se trata de mais um manual de sucesso embalado em slogans, mas de uma obra que dialoga com um tema caro ao nosso tempo — a ideia de que a verdadeira transformação é sempre interna antes de ser externa. Li com gosto e faço questão de destacar esse caráter reflexivo do livro, que reúne autores com trajetórias diversas, mas unidos por uma mesma premissa: evolução não é um evento, é um processo.

    Entre os textos que mais provocam reflexão estão “Inteligência Financeira”, de Everson Lopes Stabile, e “A chave que abre portas: networking”, de Ronaldo Adriano Stabile – os dois biriguienses são meus colegas. Ambos tratam de temas amplamente explorados no noticiário econômico e corporativo, mas o fazem por um ângulo menos técnico e mais humano — e, por isso mesmo, mais desconfortável.

    No capítulo sobre inteligência financeira, Everson Stabile desloca o debate do terreno das planilhas para o campo do comportamento. Os especialistas de plantão costumam insistir em números, taxas, investimentos e estratégias, mas o autor vai além: afirma que o verdadeiro código da prosperidade está na relação íntima que cada pessoa constrói com o dinheiro. Não é raro vermos, como mostram reportagens econômicas recentes, pessoas com altos rendimentos vivendo sob constante insegurança, enquanto outras, com posses modestas, desfrutam de liberdade e tranquilidade. O ponto central não é quanto se ganha, mas como se pensa, se age e se decide.

    A inteligência financeira, segundo o texto, nasce quando se rompe com hábitos automáticos: viver de salário em salário, priorizar passivos em vez de ativos, tratar o estudo como obrigação e não como investimento. Trata-se de uma mudança de mentalidade que exige disciplina e visão de longo prazo. O dinheiro, aqui, perde o status de troféu social e assume seu verdadeiro papel: meio para proporcionar escolhas, dignidade e tempo. “Não é preciso parecer rico; é preciso ser livre”, afirma Everson. Essa consciência, tão ausente em uma sociedade que valoriza a aparência, é o primeiro passo para decisões mais estratégicas e consistentes.

    Já Ronaldo Adriano Stabile, ao tratar de networking, confronta outro equívoco comum amplamente difundido nas redes sociais e no noticiário corporativo: a ideia de que conexões se resumem a cartões de visita ou listas de contatos digitais. O seu texto vai diretamente ao ponto: networking não é quem você conhece, mas quem se lembra de você quando surge uma oportunidade. Em um mundo saturado de relações superficiais, o diferencial está na confiança, na empatia e na autenticidade.

    O autor destaca que relações sólidas se constroem com escuta ativa, respeito ao tempo do outro e interesse genuíno pelas pessoas. Notícias sobre mercado de trabalho frequentemente apontam que indicações e reputação pesam tanto quanto currículos. O livro confirma essa lógica, mas lembra que o valor do networking não está na utilidade imediata, e sim na generosidade. Quando ajudamos, criamos vínculos; quando criamos vínculos, abrimos caminhos.

    O Código Humano nos lembra, em última instância, que não há evolução possível sem consciência. Seja no dinheiro, seja nas relações, o verdadeiro código não está fora. Está em nós.

    *Marcelo Teixeira é jornalista profissional diplomado, escritor e integrante da Academia Araçatubense de Letras, onde ocupa a Cadeira 11

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