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Araçatuba
quarta-feira, agosto 10, 2022

Mercado imobiliário exige criatividade e inovação

ANTÔNIO CRISPIM

Lançado oficialmente em dezembro de 2017, o Residencial Vila Madalena, na Zona Norte de Araçatuba, com pouco mais de 500 lotes de no mínimo 200 metros quadrados, foi mais uma inovação do empresário Jamil Buchalla, um dos maiores empreendedores do setor imobiliário do interior de São Paulo, com empreendimentos em várias cidades. Com toda infraestrutura e paisagismo concluídos, o empreendimento foi liberado para construção em 2019, mas meses depois o mundo foi surpreendido com a pandemia do novo coronavírus. Engana-se quem pensa que isso foi problema para o setor. O trabalho continuou.

 “Durante a pandemia chegamos a ter mais de 500 trabalhadores na construção das casas dentro do condomínio”, fala eufórico o empresário de 86 anos, mas que se renova a cada novo empreendimento, como ao anunciar para julho liberação de construção no Vila Madalena II, com mais de 600 lotes e mais de 300 negociados. As obras de infraestrutura, como a pavimentação, estão em fase final. Os dois residenciais têm como destaque as áreas verdes, com milhares de árvores, inclusive frutíferas, para atrair pássaros. “Tudo isso é qualidade de vida”, diz o empresário.

Nessa sábado, Jamil Buchalla foi acompanhar o lançamento da open house, uma iniciativa de um empresa parceira do Vila Madalena – a Jescon, dos empresários César e Daniel Rezek, que já concluíram sete unidades dentro do residencial e mais duas estão em obras. A arquiteta Carol Rezek, esposa de César Rezek, é responsável pelos projetos arquitetônicos e design interior. Ela disse que cada projeto (casa) teve diferenciais, atendendo pessoas diferentes. Por isso, cada unidade tem um nome.

Quanto à open house na Casa Baltimore era um antigo projeto, apresentar uma casa pronta, inclusive mobiliada, para a pessoa comprar e se mudar. Essa é uma tendência já presente em outros países. “No entanto, nós vendíamos antes de concluir. Essa foi reservada para essa iniativa”, explicou a arquiteta. Carol e César Rezek explicaram também que a pandemia promoveu mudanças no comportamento das pessoas, que passaram a valorizar ainda mais o convívio com a família dentro da casa. Por isso, o projeto foi adequado a essa nova realidade do mercado imobiliário, primando pelo conforto e praticidade e, principalmente, valorizando a qualidade de vida.

Para Jamil Buchalla, a beleza e o conforto oferecidos pela casa de 139 metros quadrados mostram que foi acertada a iniciativa de vender lotes de 200 metros quadrados. “Não há necessidade de grandes terrenos. As pessoas querem praticidade e conforto. Com lotes menores, foi possível negociar com valores mais baixos, permitindo investimentos maiores na residência”, disse Buchalla.

A corretora Daiane Pineze, que acompanha o processo desde o início e a arquiteta Carol Rezek disseram que desde o início da construção da Casa Baltimore parceiros foram convidados, como Solar Bens, Rio Piscinas, Alumiquality, Citybens, Central Tintas e Sólis Solar. A casa dotada de toda estrutura conforto, construída com material de primeira qualidade e acabamento fino. 

De acordo com a arquiteta Carol Rezek, a partir desta casa, as pessoas podem visualizar e ter as próprias ideias de como querem os seus projetos. Cada família tem uma realidade diferente.

“Esse modelo de negócio veio para ficar, pois a pessoa financia a casa já mobiliada”, finalizou o empresário Jamil Buchalla.

 

VISITA – Jamil Buchalla ao centro com César e Carol Rezek (à esquerda) Mariana e Daniel Rezek (à direita)

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