Da Redação – Araçatuba
Nesta quinta-feira, dia 3 de outubro, é o último dia de exibição do Horário Eleitoral Gratuito no rádio e na TV, e as campanhas, que começaram tímidas, entenderam a importância deste espaço e foram investindo nele ao longo das semanas.
Com exceção do candidato Bruno Pandini (Novo), que não teve tempo de rádio e TV por falta de representatividade de seu partido no Congresso Nacional, os demais todos colocaram valores importantes na produção de programas para apresentação de propostas e também para críticas aos adversários.
Até esta quarta-feira (2), de acordo com os valores divulgados ao TSE, o candidato que havia gastado mais com produção de programas de rádio e TV foi Cido Sério (PV), com investimento próximo de R$ 70 mil, que focou sua campanha em suas obras do passado e no contado com a população. Adotando um tom branco, Cido Sério preferiu não utilizar do seu tempo para criticar tanto seus oponentes.
Na segunda colocação neste quesito estava Lucas Zanatta (PL), que gastou perto de R$ 60 mil com as produções de TV e rádio. Zanatta fez críticas à atual administração e apresentou propostas, contratando a repórter Priscila Andrade, ex-SBT Interior, para ser a cara e uma das vozes de sua campanha. Ela, porém, deixou os trabalhos na última semana.
O candidato Deocleciano Borella (PSD) gastou cerca de R$ 26 mil até ontem com seus programas de rádio e TV, e apostou no rádio na apresentação de Thiago Kastelly, que há tempos trabalha em campanhas para o grupo do atual prefeito Dilador. A campanha focou em obras feitas na atual administração.
E o que menos gastou foi Filipe Fornari (PP), que investiu pouco mais de R$ 14 mil em seus programas, tendo jornalistas importantes na equipe como Ana Paris (Ex-SRC TV) e Beto Jones (RP-10). Sua campanha contou com muitas críticas à atual administração, como na questão da saúde, e na apresentação de propostas para essa e outras áreas.

