Finalidades do #ARACATUBADOBEM – Parte 10

 

Rodrigo Andolfato

Hoje trataremos de finalizar o assunto “NA IGUALDADE (RACIAL E GÊNERO) ENTRE OS INDIVÍDUOS”, lendo e discorrendo sobre seu último parágrafo, e ainda trataremos do assunto “NA EXPLORAÇÃO SEXUAL”, o qual apresenta um único parágrafo bem direto e incisivo. No artigo da semana retrasada, discorremos sobre o quarto artigo do assunto “na igualdade entre os indivíduos”, e procuramos mostrar que defender as minorias é sim algo justo, quando entendemos que isso nada mais é que uma espécie de agremiação voluntária de cidadãos que se reconhecem enquanto grupo. Discorremos ainda que devemos respeitar tais agremiações de forma irrestrita, até quando tais minorias agremiadas resolvem segregar outra parte da sociedade.
Só para recapitular, imaginemos que em nossa cidade tenhamos igrejas que definam como pecado o casamento de pessoas do mesmo gênero. O que seria respeitar minorias nesse caso? Obrigar que esta igreja realize casamentos de pessoas do mesmo gênero de forma forçada e coercitiva, ou aceitar que esta igreja também é uma minoria que culturalmente tem o mesmo direito que outras minorias, e assim deve ser respeitada? A resposta é muito simples. Se respeitarmos cada um no seu quadrado e nos importarmos mais com nossos pequenos grupos e crenças, teremos menos embates e lutas entre as várias minorias que existem. Ou seja, de forma alguma a segregação é algo ruim, e vivemos isso todos os dias dentro dos vários condomínios, várias igrejas, várias bandas de música, vários grupos de teatro, vários partidos políticos e assim por diante. Aliás, o estado democrático de direito foi pensado em fortalecer a segregação política. Por isso do nome “partido”.
Mas vamos ao último parágrafo: “Atuar na área da capacitação e formação de mão de obra técnica, nas várias especialidades liberais, tal como médica, odontológica, engenharias, direito, etc. Visando adequá-las às necessidades das diversas agremiações culturais, sejam quilombolas, indígenas, japonesas, italianas, hindus, judaicas, católicas, etc. Permitindo assim uma segregação cultural do bem, onde as comunidades podem fortalecer seus laços ancestrais sem sofrer qualquer retaliação social ou jurídica.” Parece complexo não? Qual a intenção deste parágrafo? Nossa intenção é incentivar os grupos de minorias a privilegiar médicos, dentistas, advogados, e demais profissionais de sua congregação. Tal congregação pode ser pensada até num bairro, num condomínio, e assim por diante. A ideia é de fato promover o consumo local dentro da comunidade. De forma que as especialidades que necessitamos em nossa vida possam estar sempre a nossa disposição.
Por fim, passemos ao assunto “exploração sexual”. Antes de qualquer coisa, devemos lembrar que o grande problema sobre a exploração sexual encontra-se arraigada culturalmente dentro das próprias casas dos explorados. Por essa razão fomos direto ao ponto com esse parágrafo que segue: “Desenvolver projetos e ações, campanhas publicitárias para o combate da exploração e abuso sexual da criança e do adolescente, promovendo o aculturamento do conservadorismo, e a educação com foco no futuro e na poupança, fazendo com que nossos jovens se tornem cada vez menos imediatistas e cada vez mais prudentes.”. Bom! Quem lê esse parágrafo, de cara, o julga meio que sem pé nem cabeça. O que tem a ver exploração sexual com poupança, foco no futuro, e com o conservadorismo? Pois bem! Senta que lá vem a grande explicação sobre a família.
A família foi uma entidade criada no inicio da civilização com a finalidade de poupar condições de vida digna após o envelhecimento do chefe patriarcal. A ideia do caçador era prover comida aos seus filhos de forma que estes, ao crescerem e poderem caçar no futuro, pudessem retribuir este esforço de alimentá-los quando criança, alimentando o patriarca envelhecido. Dando assim condições de ser cuidado no futuro pelos seus filhos. Esse foi o objetivo que norteou o surgimento das famílias. Esse foi o objetivo que deu sentido ao senso de poupança que um homem deveria fazer para ter uma morte digna no futuro. A família bem estruturada é à base do conservadorismo. E o conservadorismo é o que traz sentido a uma criação digna a todos os membros do clã familiar.
Por esta razão, trabalharemos dentro do #ARACATUBADOBEM formando grupos de apoio com psicólogos e com debates religiosos sobre o papel da família e do combate de todo tipo de exploração sexual. A começar por demonstrar que nossa cultura influencia o futuro das famílias. Mostraremos que aquilo que permitimos nossos filhos assistir na TV gera resultados futuros difíceis de alterar.
Se quisermos uma sociedade verdadeiramente rica para nossa cidade, devemos nos atentar ao ponto preponderante que fez com que o Ocidente se tornasse próspero: a família tradicional e os seus valores. Principalmente no que tange a nossas crianças e nossos jovens, e acima de tudo, nossa religião e cultura judaico-cristãs. Nosso papel no #ARACATUBADOBEM será levar o balsamo do conhecimento conservador a toda sociedade de forma que enriqueçamos e nos tornemos todos pessoas de BEM!

Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM

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