ARNON GOMES – Araçatuba
Elas não são de samba, mas, na última sexta-feira, as escolas de Araçatuba dedicaram parte do dia para momentos de alegria, muita música e imaginação. Era o dia do pontapé inicial do carnaval. Bailes, com diferentes decorações e professores e alunos fantasiados, marcaram o 1º de março. Cada um estava ao seu estilo, mas uma característica foi marcante: a espontaneidade, característica elementar da festa carnavalesca.
Na Emeb (Escola Municipal de Educação Básica) Mariana Guedes Tibagy, de educação infantil, a decoração já anunciava que o dia seria de festa logo na entrada. Máscaras, confetes e serpentinas em formato grande davam tom. A brincadeira com durou o dia todo, envolvendo alunos da manhã e da tarde. Parecia um baile de máscaras. Cada criança tinha a sua. Ao som de muita música, meninos e meninas se divertiam.
Personagens do universo infantil, batman, homem-aranha e mulher-maravilha eram fantasias predominantes. Havia também as borboletas e tradicionais, como a colombina.
O primeiro dia do carnaval foi de muita empolgação na Emeb Aparecida Rico. Vários docentes pintaram o rosto, fantasiaram-se e caíram na folia com os alunos. Uma verdadeira confraternização.
No Colégio Degrau, o carnaval já é uma tradição. Todo ano, na sexta-feira que marca o começo do reinado de momo, a última hora do período da manhã é dedicada ao carnaval. A festa envolveu desde alunos do ensino infantil a estudantes do último ano do ensino médio. Os estudantes incorporaram vários personagens.
Mestre-sala e porta-bandeira e super-herois. Mas também havia aqueles que se “acabaram” com um simples abadá, unicórnio, óculos escuros, uma máscara ou, ainda, um toque de pintura no rosto. A ideia do colégio é levar aos alunos o espírito da alegria e da fantasia carnavalesca.
CONHECIMENTO
Ainda em Araçatuba, no Colégio Judá, alunos do oitavo ano fizeram um trabalho voltado ao conhecimento que o carnaval proporciona. Durante aula de redação, fizeram uma exposição de cartazes, reproduzindo famosas letras de samba-enredo de escolas de samba do Rio de Janeiro que contaram diferentes capítulos da história do Brasil.
Foram citadas canções como “Cem anos de liberdade, realidade ou ilusão” (Mangueira, 1988), “Os Sertões” (Em Cima da Hora, 1976) e “Descobrimento do Brasil” (Mocidade, 1979).




