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Araçatuba
domingo, agosto 7, 2022

Compradores e novos inquilinos da região preferiram casas a apartamentos em junho

DIEGO FERNANDES – ARAÇATUBA

As casas foram a preferência de 100% dos moradores da região de Araçatuba que resolveram comprar ou alugar um imóvel no último mês de junho.

De acordo com dados do CRECISP, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, todos os imóveis vendidos ou alugados na região no sexto mês do ano foram térreos, sendo que não houve negócios com apartamentos na cidade.

Para a pesquisa, foram recebidas respostas de pelo menos 10 imobiliárias de Araçatuba, Auriflama, Birigui, Penápolis e Promissão. 

No caso das vendas de imóveis, os mais procurados foram os da faixa entre R$ 101 mil e R$ 200 mil reais, que foram a escolha de pelo menos 50% do público. Outros 25% procuraram imóveis abaixo de R$ 100 mil, enquanto os outros 25% preferiram imóveis entre R$ 200 mil e R$ 300 mil.

Metade dos imóveis procurados foram na região central das cidades e a outra metade em bairros periféricos, sendo que 66% preferiram negociar diretamente com os proprietários, enquanto o restante pagou à vista. A preferência foi por casas de dois dormitórios, com duas vagas de garagem, e área útil de 1 a 50 metros quadrados. 

Já entre os aluguéis, 100% dos imóveis locados estavam entre os valores de R$ 501 a R$ 750 mensais, sendo que 66% procuraram a região central da cidade para a nova moradia.

75% dos novos inquilinos utilizaram o depósito caução para garantir a locação do imóvel, enquanto o restante utilizou fiador. 

As casas mais alugadas na região de Araçatuba foram as de dois dormitórios, com uma vaga de garagem e área útil de 51 a 100 metros quadrados. 

Tanto para compra quanto para alugueis, todas as casas escolhidas na região são consideradas de padrão médio pelo Conselho. 

Queda

Ainda de acordo com os dados apresentados pelo CRECISP, houve uma queda nos negócios na região de Araçatuba no mês de junho em relação a maio.

Segundo os números apresentados pelo balanço do Conselho, a venda de casas e apartamentos no mês passado apresentou uma queda de 81,67%.

Já as locações de imóveis tiveram uma perda ainda mais expressiva, chegando a uma diminuição de 84,38%. 

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