Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Demo
    Trending
    • Ipem-SP alerta sobre cuidados na compra de produtos para o Dia das Mães
    • Governo do estado demite auditores fiscais envolvidos em irregularidades
    • Prefeitura de Andradina adquire motos para reforçar fiscalização municipal
    • Análises indicam aumento da poluição no Rio Tietê na região
    • Viva Museu aborda olhares sobre os trilhos em edição com bate-papo e vivência fotográfica
    • Andradina recebe ônibus novo para transporte de pacientes
    • DICAS DE SÉRIES E FILMES – Gangues da Galícia
    • DORAMEIROS – Podres de Ricos
    Demo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Cidades»Araçatuba»Com falta de leitos, paciente morre na fila de espera por internação
    Araçatuba

    Com falta de leitos, paciente morre na fila de espera por internação

    By jornalistacrispim14 de março de 2021Updated:14 de março de 2021Nenhum comentário5 Mins Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Vacinação está sendo feita na UBS II Umuarama e UBS Mirada dos Nobres
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

    A falta de planejamento da Secretaria de Saúde da administração Dilador Borges Damasceno, que recebeu quase R$ 10 milhões do governo federal para investir nas ações contra a covid, mas priorizou a compra de 16 carros com ar condicionado ao invés de investir na ampliação de leitos, levou ao colapso o sistema de atendimento em Araçatuba. Neste sábado uma pessoa morreu no pronto socorro municipal enquanto aguardava vaga na Santa Casa. Jane Márcia Pereira Porto tinha 45 anos de idade e não resistiu à gravidade do quadro. A responsabilidade do atendimento é do município.

    As unidades básicas de saúde e o pronto-socorro são a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. A partir daí, é feita a regulação. Quando o atendimento requer alta complexidade (UTI no caso da covid), a central de regulação do estado entra em ação, encontrando a unidade hospitalar mais próxima com vaga. Por isso há pacientes de uma cidade em outra. Quando o atendimento é de média e baixa complexidade, o município faz a regulação.

    No caso de Araçatuba, foram contratados junto à Santa Casa, que é um prestador de serviços, 95 leitos covid, sendo 70 de isolamento e 25 de UTI. A Santa Casa recebe pacientes de outras cidades, quando há vagas na UTI e de Araçatuba para isolamento. Para facilitar o fluxo, a Santa Casa criou uma unidade de suporte covid, com 13 leitos, que funciona junto ao pronto-socorro. O paciente chega, passa por exames e neste período é estabilizado. De acordo com o quadro, ele é liberado, vai para o isolamento ou UTI. Quando os pacientes estão aguardando no pronto-socorro municipal, é porque nem mesmo a unidade de suporte da Santa Casa tem vaga. Este paciente é responsabilidade do município.

     

    PREPARAÇÃO

    Em abril do ano passado, no início da pandemia, a Prefeitura informou que o prefeito Dilador Borges Damasceno pediu à Secretaria Municipal de Saúde de Araçatuba que o prédio do Hospital Municipal da Mulher (HMM) fosse preparado para dar suporte no atendimento de casos de covid-19.

    “Diante disso, o hospital está recebendo adequações em sua estrutura, como reformas, pintura, instalações elétricas, bem como testes em equipamentos de saúde, rede de oxigênio e gerador de energia”, disse notícia postada no site da Prefeitura.

    Na época, a secretária, Carmem Silvia Guariente, afirmou que o Hospital da Mulher seria um centro de apoio para a Santa Casa de Araçatuba.

    “O Hospital da Mulher só vai ser aberto para atender esses casos assim que a Santa Casa esgotar sua capacidade de leitos. Estamos prevendo até 30 leitos para dar essa retaguarda”, explicou a secretária.

    “Nesse momento tão difícil, de pandemia do coronavírus, prestamos nosso apoio à Santa Casa, preparando o Hospital da Mulher para receber casos de coronavírus que estejam em menor complexidade”, disse o prefeito na mesma reportagem postada pela Prefeitura.

    No entanto, 11 meses depois, com a Santa Casa lotada e pacientes tendo de esperar a liberação de vagas e até morrendo na fila, o Hospital da Mulher ainda não entrou em operação para casos de covid.

    Da mesma forma, a UPA Umuarama, que foi autorizada pela Ministério da Saúde a funcionar como UBS, poderia emergencialmente receber pacientes, como vem ocorrendo em outras cidades. No entanto, em Araçatuba nada foi feito neste sentido. A UPA funciona apenas com atendimento ambulatorial covid, a exemplo das tendas montadas em frente ao Pronto Socorro Municipal.

    Nessa semana, diante de tantas mortes e superlotação da Santa Casa, a reportagem encaminhou questionamentos à Prefeitura.

    01 – Por que a UPA Umuarama não pode ser transformada em Hospital e Campanha, mesmo após vários anos de conclusão?

    02 – O que falta para que a unidade possa ter essa destinação?

    03 – Não interessa ao município o Hospital de Campanha?

    04 – Por que o Hospital da Mulher não pode ter leitos de UTI com respiradores?

    05 – Há problema na rede de oxigênio do Hospital da Mulher?

     

    As perguntas foram enviadas na quarta-feira (10) e não houve resposta.

     

    EXPLICAÇÕES

    Prefeito Dilador Borges Damasceno e a secretária Carmem Guariente precisam explicar à população porque gastaram dinheiro na reforma do Hospital da Mulher, como anunciaram e não está funcionando. Da mesma forma, qual a prioridade em comprar tantos carros, enquanto faltam insumos básicos, como remédios e pessoas estão morrendo.

     

     

     

    Após longa espera, paciente morre no pronto-socorro

     

    Na manhã desse sábado, Jane Márcia Pereira Porto, 45 anos, morreu no pronto-socorro municipal de Araçatuba à espera de leito hospitalar. A mulher estava com suspeita de covid-19 e apresentava problemas respiratórios.

    A reportagem apurou que a paciente estava na UBS Covid, no Umuarama, para fazer exame, na quinta-feira, quando passou mal. Jane foi levada para o pronto-socorro municipal, onde ficou aguardando vaga na Santa Casa.

    A morte da dona de casa deixa evidente o grave problema existente em Araçatuba. Mesmo com a segunda onda da covid sendo falada desde outubro, não houve o adequado planejamento para enfrentar a crise mais aguda da doença.

     

    PRIORIDADE – Município não investiu na ampliação de leitos para enfrentar a crise

     

     

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleA Velha Orquídea
    Next Article Linense recebe Batatais na manhã deste domingo de olho na liderança da competição
    jornalistacrispim

    Related Posts

    Araçatuba

    Ipem-SP alerta sobre cuidados na compra de produtos para o Dia das Mães

    2 de maio de 2026
    Araçatuba

    Análises indicam aumento da poluição no Rio Tietê na região

    2 de maio de 2026
    Araçatuba

    Viva Museu aborda olhares sobre os trilhos em edição com bate-papo e vivência fotográfica

    1 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

     

    Carregando comentários...