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quarta-feira, maio 25, 2022

Braúna comemora 69 anos sem promover eventos

DA REDAÇÃO – BRAÚNA

O município de Braúna, a 42 km de Araçatuba, comemora 69 anos de emancipação político-administrativa no dia 20 de janeiro, dia de seu padroeiro, São Sebastião. A Prefeitura promoveria festividades durante esta semana, porém, toda a programação foi cancelada por conta do aumento de casos de Covid-19 na cidade. Também não haverá a tradicional quermesse, que é parte da festa religiosa.
O prefeito Heitor Verdu lamenta a situação, pede apoio da população e anuncia grande festa de 70 anos. “Infelizmente tivemos que tomar esta medida e vamos ficar mais um ano sem festa, mas o principal é preservar a saúde da população. Por isso, peço a todos que fiquem em casa, não aglomerem, cuidem uns dos outros. Em 2023, no aniversário de 70 anos, faremos uma grande comemoração”.
O diretor de Cultura, Carlito Sena, explica que foram discutidos vários formatos de eventos, mas optou-se por não incentivar aglomeração alguma. “Pensamos em várias possibilidades, mas neste ano o nosso motivo de comemoração é a vacinação. Se as pessoas fizerem corretamente a vacinação, temos mais chance de voltar a fazer eventos”. Na última atualização do Departamento de Saúde, de 17 de janeiro, mais 55 casos foram confirmados, totalizando 144 em fase de transmissão.

70 ANOS EM 2023
Para o próximo ano, a Prefeitura planeja uma grande comemoração. “Já estamos pensando na programação, queremos recuperar a nossa tradição de realizar boas festas que atraiam toda a região”, diz o diretor de Cultura. Segundo Sena, um dos projetos que será posto em prática neste ano é o “Memórias de Braúna”, que consiste basicamente em gravar depoimentos de antigos moradores para preservar a memória da cidade. “Vamos ter esse arquivo e produzir vídeos para as mídias sociais, divulgando mais a nossa história para novas gerações”.
Braúna foi fundada pelo tcheco Adolfo Hecht em 1908, quando este comprou terras ao lado do córrego Água Limpa e ali quis que se formasse uma vila. Por volta de 1913 e 1914 os primeiros habitantes começaram as primeiras construções, bastante rústicas, no início: choças de pau a pique, cobertas de sapé ou capim. Até a emancipação, Braúna esteve ligada politicamente a Glicério.

 

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