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Araçatuba
terça-feira, maio 17, 2022

Ação contra a embriaguez ao volante fecha a Rodovia Marechal Rondon

ANTÔNIO CRISPIM – ARAÇATUBA

No período de 20 a 24 foi desenvolvida no Estado de São Paulo a Operação Tiradentes, com mobilização de todo o efetivo operacional da Polícia Militar Rodoviária. Em Araçatuba, a ação foi reforçada com a Operação Direção Segura Integrada, desenvolvida no sábado (23), das 15 às 19 horas, em frente à base da Polícia Rodoviária (Km 527 da Marechal Rondon). A operação, com foco no combate à embriaguez ao volante, envolveu policiais rodoviários, policiais civis, Detran e Concessionária Via Rondon.

De acordo com balanço divulgado pela Polícia Militar Rodoviária, no período foram feitos testes em  1312 condutores, sendo que 11 foram flagrados dirigindo sob influência de álcool, quatro condutores se recusaram a fazer o teste e também foram autuados e um condutor foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia porque estava com índice de 0,80 mg/l. O motorista preso tem 46 anos, reside em Birigui e estava conduzindo um caminhão Mercedes Benz. Ele foi apresentado na Delegacia de Polícia. O delegado de plantão o autuou em flagrante e arbitrou fiança de R$ 1,2 mil. A fiança foi paga e o motorista vai responder em liberdade.

“Este tipo de Operação, integrada entre várias Instituições, tem como objetivo principal coibir que pessoas conduzam veículos depois de realizarem ingestão de  bebida alcoólica,  lembrando que tal conduta, além de colocar em grave risco a segurança viária, é uma infração de trânsito gravíssima”, diz nota da Polícia Rodoviária. 

De acordo com a legislação em vigor, o condutor que for flagrado dirigindo sob influência de álcool ou que, convidado a realizar o teste, recusar-se a soprar o etilômetro, está sujeito a multa de R$ 2.934,70 (e se houver reincidência no período de 12 meses, a segunda multa será aplicada em dobro, ou seja, com o valor de R$ 5869,4); ao recolhimento imediato da CNH física, como medida acautelatória, que permanecerá por até 5 dias no órgão que fez a autuação, até que o condutor compareça na Base da Polícia Rodoviária indica no documento de recolha e comprove que está em condições de conduzir veículo automotor. E, caso condutor não compareça em até cinco dias, a CNH é remetida ao Órgão que emitiu tal documento; à suspensão do direito de dirigir por um ano, como penalidade, após o devido processo legal;  à remoção do veículo ao pátio de apreensões, caso não haja condutor devidamente habilitado e em condições de dirigir para prosseguir com o veículo; e a responder criminalmente, dependendo do teor alcoólico. 

 

A OPERAÇÃO

A operação integrada, que foi mantida em sigilo, começou por volta das 15 horas. Foram formadas duas extensas filas no sentido interior capital. As filas chegaram a começar próximo ao Ribeirão Baguaçu se estendendo até a base da Polícia Rodoviária, onde agentes faziam o exame de todos os condutores. No trecho, a demora passou de 40 minutos. A grande maioria entendeu que era uma ação voltada exatamente à segurança viária.

 

OPERAÇÃO TIRADENTES

Nessa segunda-feira a Polícia Rodoviária divulgou o balanço da Operação Tiradentes. Não teve comparativo em relação ao ano passado, já que o feriado foi em uma quarta-feira e não foi desenvolvida operação especial.

Conforme relatório divulgado, foram 16 acidentes, sendo 10 sem vítimas e seis com vítimas; foram, seis vítimas leves, duas graves e duas fatais. Quanto às autuações, foram 30 condutores dirigindo embriagados; 19 se recusaram a fazer o teste do bafômetro. Foram 42 autuações por ultrapassagem em local proibido, 187 por não usar cinto de segurança, 10 por não usar sistema de retenção, 14 por manuseio de celular, 19 por veículo em mau estado de conservação e 589 foram autuados por excesso de velocidade na fiscalização com radar portátil.

 

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