ESCONDER - Droga estava escondida dentro de barras de sabão

Sistema de segurança impede entrada de drogas em presídios da região

DA REDAÇÃO – MIRANDÓPOLIS

Os sistemas de vigilância e fiscalização das penitenciárias precisar ficam atentos para impedir a entrada de drogas nas unidades, já que os familiares dos detentos buscam diferentes alternativas para burlarem as regras.
No fim de semana agentes da Penitenciária “Lindolfo Terçariol Filho” de Mirandópolis II visualizaram uma imagem suspeita gerada pelo scanner corporal, quando uma visitante passava pelo aparelho para realizar revista. A mulher confessou que trazia algo ilícito no cós do top, retirando da vestimenta uma cartela de cor amarelada com suposto entorpecente conhecido como K4 ou LSD. Na mesma data, outra mulher foi flagrada nos mesmos moldes, trazendo 29 (vinte e nove) cartelas de cor amarela com, supostamente, os mesmos entorpecentes. Porém, porém, estes estavam camuflados na sola do chinelo da visita. A Polícia Militar foi acionada e as mulheres suspensas do rol de visitas.
Na penitenciária de Lavínia, visitantes passavam pelo aparelho de scanner corporal para entrarem no presídio quando agentes de segurança notaram que uma delas trazia algo no top. Foi solicitado que a moça mostrasse o que trazia escondido, quando ela então apresentou a peça íntima para funcionárias e estas notaram que havia um invólucro costurado na barra da vestimenta. Ao abri-lo, constataram que se tratava de quatro pedaços de papel da cor verde, aparentemente a droga sintética K4. Foi colhido um Termo de Responsabilidade no qual a visitante se prontifica a se apresentar na delegacia assim que lhe for solicitado pela autoridade competente. Além disso, ela foi suspensa do rol de visitas e o sentenciado, seu companheiro, encaminhado ao Pavilhão Disciplinar para providências.
Na segunda-feira (8), após a realização de revista nos pertences enviados à Penitenciária “Nestor Canoa” de Mirandópolis, por encomenda, agente de segurança encontraram dois pedaços de papel com, possivelmente, o entorpecente sintético conhecido como “K4”. Os papéis estavam acondicionados dentro de duas barras de sabão enviadas pela mãe de um dos presos. Indagado sobre o fato, ele se manteve em silêncio, sendo então removido ao Pavilhão Disciplinar. A mulher que teria encaminhado o entorpecente foi suspensa do rol de visitas da unidade.

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