PRESENÇA - Palestra foi proferida pelo Dr. Rodrigo Mazzilli Marcondes, com a presença de policiais de toda a região DIVULGAÇÃO/INISALESIANO

Policiais Militares participam de palestra sobre Lei de Abuso de Autoridade

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DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

Policiais Militares que atuam nas regiões de Araçatuba e Andradina participaram de uma palestra sobre a nova lei de abuso de autoridade, que ocorreu no Unisalesiano, nessa semana. O evento seguiu as normas de segurança devido à pandemia.

O assunto foi abordado pelo promotor de Justiça do Ministério Público, Dr. Rodrigo Mazzilli Marcondes, que atua em Birigui. O promotor explanou sobre vários  aspectos importantes da lei, com o objetivo de oferecer informações aos policiais de como trabalharem dentro de uma margem de segurança. Ou seja, fazer um bom atendimento das ocorrências, com técnica e profissionalismo, dentro dos ditames da lei.

Estiveram presentes o coronel PM Rodrigo Eval Arena, comandante do CPI-10 (Comando de Policiamento do Interior), o tenente coronel PM Osny Henrique Caldeira, comandante do 28° BPM/I, o tenente coronel PM Adriana Roledo Belluzzo, comandante do 2° BPM/I, o major PM Gledes Nelson, comandante interino do 12° BAEP, o major PM Fábio Akira Irikura, subcomandante do 28° BPM/I, entre outros convidados, policiais militares das diversas unidades da região e alunos do Curso de Formação de Soldados do CPI-10.

O coronel PM, Rodrigo Eval Arena, disse que a intenção de promover a palestra foi levar o conhecimento para todo o efetivo, por se tratar de um assunto interessante. Agradeceu também o Diretor do Unisalesiano, padre Erondi Tamandaré, pela longa parceria com a Polícia Militar.

Por sua vez, padre Erondi ressaltou a importância de uma formação continuada na vida do profissional. Citou também que os salesianos, presentes em mais de 140 países e com atendimento a mais de 13 milhões de jovens, atuam com os seguintes pilares: religião, por ser uma entidade confessional católica; dimensão da formação humana, que precisa ser cultivada diariamente; e formação profissional. “Sabemos que toda a sociedade civil tem a formação inicial, mas, para o desenvolvimento das nossas próprias competências, precisamos da formação continuada, uma vez que a sociedade não é estática”, concluiu.

 

 


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