IRREGULAR - Gilson Pimentel teve as contas de 2017 desaprovadas pelo TCE ARQUIVO

 Com várias irregularidades, contas de ex-prefeito serão votadas nesta segunda-feira

DA REDAÇÃO – MURUTINGA DO SUL

Quatro vereadores de Murutinga do Sul – Adriano Humberto Nunes, o Maninho, João Luiz Pachoaletto, Anuxa Sales e José Ferreira da Silva Filho -, todos do PSDB, vão ser o centro  das atenções na sessão desta segunda-feira (13), quando serão votadas as contas do ex-prefeito Gilson Pimentel (PSDB), relativas a 2017. Devido às várias irregularidades apontadas pelos auditores técnicos, o Tribunal de Contas do Estado decidiu pela reprovação das contas. Agora, a população está atenta para saber qual será a posição dos vereadores, se vão seguir a decisão do TCE e rejeitar as contas ou se vão ignorar as irregularidades apontadas e aprovarem as contas apenas para agradarem o ex-prefeito, cujas contas de 2018 também estão com irregularidades apontadas pelo TCE.

O relatório apresentado pelo TCE tem uma lista de irregularidades apontadas pelos auditores, como déficit no resultado na execução orçamentária superior a R$ 483 mil, com aumento em relação ao déficit do ano anterior; sem recursos disponíveis para pagamento de dívidas de curto prazo; superou o limite de despesa laboral, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal; cargos comissionados irregulares; pagamento indevido de horas não trabalhadas (servidora trabalhando meio período e recebendo jornada integral e servidora acumulando três cargos indevidamente); acúmulo de férias por servidores; Prefeitura pagou com atraso os empréstimos consignados já descontados, onerando os cofres públicos e várias outras irregularidades.

As justificativas e defesas apresentadas por Gilson Pimentel não foram suficientes para fazer as equipes do TCE mudarem o parecer. Da mesma forma, o Ministério Público de Contas deu parecer desfavorável pelo desequilíbrio econômico-financeiro e excesso de gasto com pessoal.

Diante das irregularidades apontadas e documentos apresentados, o conselheiro Dimas Ramalho, acompanhou o posicionamento unânime da auditoria e do Ministério Público de Contas e emitiu parecer desfavorável à aprovação das contas de Gilson Pimentel. Essa foi também a posição da Segunda Câmara do Tribunal de Contas.

 

CÂMARA

De acordo com a legislação, a Câmara deve votar as contas dos prefeitos. Por isso as atenções estão voltadas para os quatro vereadores aliados de Gilson Pimentel.

 

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