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Chuva contribui para acabar incêndio

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DA REDAÇÃO – CASTILHO

Depois de quase uma semana de intenso trabalho do Corpo de Bombeiros e forças auxiliares, o fogo que atingiu extensa área em Castilho e que destruiu pelo menos dois mil hectares no Parque Aguapeí, foi debelado. O Corpo de Bombeiros informou que no sábado restavam poucos focos. Com a chuva, foi totalmente debelado. Porém, ficou o cenário de destruíção em mais de 14 mil hectares atingidos, comprometendo a vegetação e matando muitos animais que não conseguiram fugir.
O fogo começou na noite de segunda-feira (26). Devido ao tempo seco e do vento, as chamas se propagaram com rapidez. Durante a manhã de terça, as primeiras equipes do Corpo de Bombeiros chegaram até o local para começar o combate. No entanto, o fogo ficou fora de controle e equipes de bombeiros de outras cidades foram acionados, como também de usinas da região.
Um dos maiores problemas para o combate ao fogo foi a dificuldade de acesso a determinados locais. As viaturas não conseguiam entrar namata e, em alguns pontos, nem mesmo os combatentes, já que o mato é muito alto e existem terrenos com buracos e outros com brejos. Para combater os focos de incêndio nestes pontos foi importante a ação do helicóptero Águia.
O parque Aguapeí, gerido pela Cesp, foi atingido. “A área total da Reserva particular do patrimônio natural Aguapeí é de 8.353 hectares. Estima-se que uma área de dois mil hectares foi queimada. A empresa também comunicou às autoridades sobre a ocorrência para apuração dos fatos, tendo em vista que foram identificados pelo menos dois focos iniciais de incêndio, distantes, a cerca de três quilômetros”, informou a empresa por meio de nota.
Na quinta-feira (30), a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, emergencialmente, contratou um avião agrícola para combate os focos de incêndio. Além de água, a aeronave levava produto que criava espuma. Assim como o helicóptero Águia, o aeronave priorizava os focos de difícil acesso terra. Com todo este trabalho e a chuva de sábado, o fogo foi debelado.

ANIMAIS MORTOS
Muitos animais morreram com a grande queimada, como cobras, tatus, lagartos e outros. Por meio de uma nota, a Cesp (Companhia Energética de São Paulo), responsável pela área de preservação ambiental, informou que apura o que teria causado a queimada.


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