Homem ameaça matar a esposa e se suicidar, mas PM evita tragédia

Um homem foi preso na noite de quarta-feira (12) depois de manter a mulher refém após uma briga, ameaçá-la de morte com um revólver e tentar se matar em seguida. O crime ocorreu na residência do casal, localizada na Alameda Córrego do Retiro, em Penápolis. A negociação entre o autor e a Polícia Militar durou cerca de seis horas e ninguém ficou ferido.

De acordo com informações apuradas pela reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, os policiais militares foram acionados para atendimento de desinteligência entre casal em que o autor estaria armado com revólver, inclusive havia feito um disparo dentro do imóvel.

Imediatamente, as equipes se deslocaram até o endereço e fizeram contato com o homem pelo interfone e em seguida com a mulher dele, a qual solicitou que os PMs entrassem, pois o marido estaria armado e teria a ameaçado de morte. Os policiais perceberam que as portas estavam fechadas, mas viram o suspeito por uma janela entreaberta com a arma nas mãos.

Vendo que a casa estava cercada, ele liberou a esposa. Com a liberação dela, a polícia deu início a uma longa negociação para que ele se entregasse, a qual durou seis horas, a fim de que o indiciado cometesse um crime mais grave. Em determinado momento de distração, os policiais utilizaram uma arma de choque e conseguiram dominar o autor.

Durante a busca domiciliar foi encontrado um revólver de calibre 38 com seis cartuchos íntegros. Já no quarto de hóspedes havia uma caixa de munições contendo mais 23 cartuchos de calibre 38 e um deflagrado. Em uma capa de espingarda havia 12 munições de calibre 28.

No segundo quarto, a polícia encontrou um buraco na parede proveniente de disparo de arma. A mulher informou durante o depoimento que durante a tarde se desentendeu com o marido. Ele pegou o celular, fez uma chamada de vídeo com o filho e disse que a mataria e depois se suicidaria. Ele chegou a disparar um tiro na direção dela, mas não a atingiu.

O filho do casal quem acionou a Polícia Militar. O indiciado recebeu voz de prisão e foi levado até a delegacia para prestar esclarecimentos. O delegado plantonista manteve a detenção por tentativa de homicídio, cárcere privado e porte ilegal de arma de fogo. Ele permaneceu à disposição da Justiça. A Polícia Civil abriu inquérito para dar prosseguimento aos trabalhos investigativos.

 

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