Em 10 dias, município tem 35 notificações de dengue e confirma caso de leishmaniose

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DA REDAÇÃO – TRÊS LAGOAS

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio da equipe de Vigilância Epidemiológica, Setor da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, divulgou na terça-feira (12), o Boletim de Monitoramento da Dengue, referentes à 45ª semana epidemiológica de 2019. O município registrou o acumulado de 5.545 casos notificados suspeitos no ano de 2019, ou seja, um aumento de 35 novos casos notificados suspeitos, somente nos 10 primeiros dias do mês de novembro.
Desse total acumulado do ano, 3.548 já foram confirmados como casos positivos e 1.908 obtiveram resultado negativo. O restante, ou seja, 89 casos ainda aguardam resultados de exames laboratoriais.
Esse total é resultado da soma dos casos notificados suspeitos em janeiro (1.249), fevereiro (793), março (1.066), abril (977), maio (618), junho (341), julho (153), agosto (121), setembro (73), outubro (119) e parcial de novembro (35).

LEISHMANIOSE 
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) notificou um novo caso de leishmaniose visceral humano. O novo caso foi confirmado positivo na sexta-feira (08). Trata-se de um homem de 71 anos de idade, residente no Jardim Capilé. Ele foi diagnosticado, atendido e medicado no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora.
Com este novo caso, o acumulado do ano de 2019 é de 167 casos notificados suspeitos, sendo sete casos positivos e 160 descartados como negativos. Do total de casos positivos, houve ocorrência da morte de uma criança de um ano de idade, em 10 de março de 2019, e a morte de uma paciente de 76 anos de idade, residente no Jardim Planalto, em 14 de setembro.

BLOQUEIO
“Feita a investigação deste novo caso, nossas equipes são mobilizadas para uma série de ações, seguindo o procedimento padrão do Ministério da Saúde, entre elas, o bloqueio, que é realizado num raio periférico de nove quadras, o equivalente a 900 metros”, explicou a diretora de Vigilância em Saúde e Saneamento da SMS, Geórgia Medeiros de Castro Andrade.
A diretora de Saúde explicou que, entre as ações do bloqueio estão as visitas a todas as residências desse raio de abrangência, com a participação das equipes de Agentes de Endemias, Promoção em Saúde, Entomologia e Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que realiza também busca ativa de animais doentes, com sintomas da Leishmaniose. Além da residência do paciente, diagnosticado com a doença, todas as demais casas dessa área de 900 metros são visitadas.
A Leishmaniose é uma doença não contagiosa e a transmissão do parasita ocorre através da picada do mosquito fêmea infectado. Os principais sintomas da doença visceral são indisposição, anemia, febre, perda de peso e inchaço no baço, fígado e gânglios linfáticos.

 


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