ESTRATÉGIA - Mato Grosso do Sul se prepara para a vacinação e trabalha com planos alternativos

Coordenação Estadual de Imunização fará o controle de entrada de qualquer vacina de Covid-19

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DA REDAÇÃO – TRÊS LAGOAS

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), formalizou protocolo de intenções junto ao Instituto Butantan para compra de 1,7 milhão de doses de vacina da Covid-19 para imunizar 850 mil pessoas abrangendo todos os municípios de Mato Grosso do Sul, sendo um ‘plano B’, caso o Ministério da Saúde não apresente um projeto de imunização nacional.

Porém, na terça-feira (29), o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, sinalizou que a vacinação poderá ocorrer em 20 de janeiro em projeção a curto prazo ou em 10 de fevereiro, a médio prazo. Considerando que neste caso a vacina adquirida pelo Governo Federal estaria de acordo com o PNI  (Programa Nacional de Vacinação), do SUS, sendo um dos melhores programas do mundo.

Assim, independentemente de qualquer ação, seja pelo protocolo de intenções formalizado pelo Governo do Estado ou encaminhado pelo Ministério da Saúde por meio do PNI, qualquer vacina que entrar em Mato Grosso do Sul, automaticamente, passará pelo controle da Coordenação Estadual de Imunização, antes de ser distribuída para qualquer um dos 79 municípios sul-mato-grossenses, não havendo qualquer exceção.

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, segue confiante que a vacina chegará a Mato Grosso do Sul até o final de janeiro. “Seja da Pfizer, da Moderna ou do Butantan, estamos totalmente preparados para receber a vacina mais segura”, afirma.

E deixa claro que nos primeiros meses de 2021, mesmo após a imunização, as pessoas deverão continuar com os cuidados e restrições. “Precisaremos imunizar 80% da população para ficarmos mais tranquilos”, pontua o secretário.

No ‘Plano B’, pelo protocolo de intenções com o Instituto Butantan, a previsão de entrega inicial das vacinas seria a partir de janeiro de 2021, com probabilidade de entregas adicionais em fevereiro e, com maior volume, a partir de maio de 2021.  A Secretaria de Estado de Saúde já tem reservado R$ 100 milhões para efetivar a compra da vacina contra o coronavírus, caso não haja uma definição do Ministério da Saúde, por meio do PNI.


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