SETOR PRIVADO - Governador Reinaldo Azambuja durante lançamento da unidade da Inpasa  Foto: Chico Ribeiro)

Com investimentos, MS continua entre as menores taxas de desemprego do país

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DA REDAÇÃO – CAMPO GRANDE

A política de investimentos em infraestrutura e logística, junto ao programa de benefícios fiscais, faz com que Mato Grosso do Sul continue tendo uma das menores taxas de desemprego do Brasil. O governo do Estado consegue atrair capital privado e assim levar desenvolvimento para diferentes regiões.

Este cenário positivo para geração de empregos e aumento de renda nas cidades do Estado foi constatado no em levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na última semana, que colocou Mato Grosso do Sul com a quinta menor taxa de desemprego, com índice de 9,9%, no segundo trimestre de 2021.

Este desempenho apresentado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) vem sendo destaque desde o ano passado, mesmo durante a pandemia, quando o Estado teve de 7,6% no 1° trimestre de 2020, seguido por 11,4% (2° trimestre) e 11,5% (3° trimestre), caindo no final do ano para 9,3% (4° trimestre).

Segundo o levantamento a taxa de desemprego no Estado é considerada em “estabilidade”, já que ainda caiu de 10,3% no primeiro trimestre, para 9,9% neste segundo (abril, maio e junho). “A expansão das vagas em várias áreas, como resultado da nossa política de geração de emprego e de diversificação da economia, a atração de empresas e incentivo aos negócios tem dado resultado”, destaca o titular da Semagro, Jaime Verruck.

Outros dados também são favoráveis ao Estado, que está entre os oito que mais tem trabalhadores com carteira assinada no setor privado, com taxa de 76,6%, acima da média nacional, de 75,1%. Ainda aparece entre os sete (estados) com menor taxa de informalidade, com 38,5%.

 

Investimentos privados

Mesmo durante a pandemia, Mato Grosso do Sul continuou atraindo novos investimentos privados, que trazem além de desenvolvimento para diferentes regiões, a geração de empregos diretos e indiretos, tanto durante a construção de fábricas e indústrias, assim como no seu funcionamento.

Entre os exemplos positivos aparece a nova fábrica de celulose da Suzano, em Ribas do Rio Pardo. A previsão é que em um investimento de $ 14,7 bilhões, que vai gerar mais de 10 mil empregos. A expectativa de crescimento e desenvolvimento da cidade.

Na semana passada ainda teve o lançamento da segunda fase de obras da indústria Inpasa, em Dourados, que devem ser gerados cerca de 250 novos empregos diretos e mais 150 indiretos, que somados aos da primeira fase, já em andamento, totalizam 1,7 mil empregos diretos e cerca de 3,6 mil indiretos. Somando as duas fases de investimentos, são mais de R$ 2 bilhões.

O governador Reinaldo Azambuja ressalta que estes novos investimentos são resultado desta política de melhorar a infraestrutura e o ambiente para receber novas empresas e fábricas, com aporte financeiro do setor privado. “É o nosso programa que troca incentivos por empregos. Isto é fruto do trabalho de todos. Da iniciativa privada e das ações do governo estadual, que sempre em conjunto visam ampliar as vagas de trabalho”.

 


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