DESTAQUE - Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo, com 34 bilhões de litros por ano DIVULGAÇÃO

Cadeia produtiva do leite vai realizar campanha nacional para estimular o consumo do produto

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DA REDAÇÃO – BRASÍLIA

A Campanha da 1ª Semana do Leite, prevista para ocorrer na primeira quinzena de novembro, foi o tema central da 18ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada na sexta-feira (17). O órgão consultivo e propositivo é constituído por 30 instituições membros e convidados permanentes.

Em mensagem transmitida durante a reunião, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, destacou a relevância do setor de leite para o desenvolvimento do país. “Movimenta a economia, contribui para o PIB Nacional, gera emprego e renda para milhares de brasileiros, em todos os elos da cadeia produtiva, do produtor familiar aos grandes laticínios, dos distribuidores aos minimercados, que levam o produto às mãos do consumidor. O Brasil, como um dos maiores produtores de leite do mundo, precisa valorizar, aqui e no exterior, os pontos positivos do setor lácteo”.

Este será um dos objetivos da 1º Semana do Leite: reunir produtores, laticínios e supermercados em um projeto exclusivo para mostrar a importância econômica e a saudabilidade desse alimento e seus derivados. “Uma campanha já foi pensada para ter desdobramentos futuros para todos os públicos e idades”, disse Tereza Cristina.

A ministra destacou que esse será apenas o primeiro passo para fomentar o setor. “Estamos preparando mais ações para divulgar a importância e a qualidade do leite e seus derivados produzidos aqui no Brasil. A ideia é que essa ação seja de longo prazo e faça parte do calendário anual deste segmento. O leite e seus derivados são essenciais para o crescimento do Brasil e dos brasileiros, alimentam as pessoas e a economia”. 

O presidente da Câmara Setorial e da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura do Brasil (CNA), Ronei Volpi, falou sobre as boas perspectivas do setor. “Nós, que há pouco mais de 20 anos éramos o maior importador mundial de lácteos, hoje temos a segurança do abastecimento e também da segurança alimentar de 215 milhões de brasileiros e estamos partindo para um tempo breve em que seremos também um player no mercado internacional de lácteos”, afirma Volpi.

O secretário adjunto de Política Agrícola do Mapa, José Ângelo Mazzillo Júnior, garantiu que o Mapa não mede esforços para apoiar o setor. “Temos a convicção de que o Brasil tem potencial para ser a maior bacia leiteira do mundo. Então, esse evento vai ajudar a criar esse ambiente pró-leite, que a gente precisa resgatar e que precisa potencializar”.

Para construir a campanha de forma coletiva, foram realizadas reuniões com a participação de representantes do Mapa, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), de cooperativas, indústrias e produtores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) e outros parceiros. “Acredito que nós estamos aqui fazendo história e que essa ação será a primeira de várias que virão. Nós temos toda a capacidade de mostrar que o nosso setor consegue agir de forma coordenada e esse trabalho que está para ser iniciado é um exemplo disso”, disse o consultor da Câmara Setorial, Marcelo Martins.

A campanha visa mostrar que a cadeia produtiva do leite é fundamental para a saúde dos brasileiros, com seus nutrientes; para a economia, com a geração de empregos diretos e indiretos; para o meio ambiente, com boa alimentação e bem-estar animal; e para o país, que se desenvolve com o crescimento de todos os setores envolvidos. 

O Brasil é o 4ª maior produtor de leite do mundo, produz mais de 34 bilhões de litros por ano. Dos 5.570 municípios brasileiros, 99% são produtores de leite. São mais de 1 milhão de produtores nacionais, a maioria da agricultura familiar. O setor movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano, gerando mais de 4 milhões de empregos no campo. 

 


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