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Piracema: pesca está proibida na região

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DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA

Banhada por vários rios e ribeirões, com lagos e reservatórios de usina, a região de Araçatuba atrai muitos pescadores. A atividade pesqueira amadora movimenta o comércio de várias cidades da região, assim como o setor imobiliário, com dezenas de condomínios à beira dos rios. Neste domingo começa a piracema – período de reprodução dos peixes – e as restrições de pesca vão até o fim de fevereiro, reabrindo a partir do dia 1º de março.

Neste período, as unidades da Polícia Militar Ambiental concentram esforços para combater a pesca predatória ou irregular, que compromete a reprodução dos peixes. As restrições seguem as normas do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).]

De acordo com o que foi apurado pela reportagem, nada mudou em relação à piracema do ano passado. Está proibida a captura de espécies da fauna ictiológica da região, como corimba, piau, traíra, barbado, dentre outros. É permitida a pesca, na quantidade máxima de 10 kg mais um exemplar por pescador amador, de espécies que não são provenientes da Bacia do Paraná, como corvina, tilápia, tucunaré, zoiudo, carpa. É permitida a utilização de iscas de peixes vivos, desde que oriundos de criações e acompanhados de nota fiscal ou nota do produtor.

Está proibida a pesca subaquática bem como o uso de materiais perfurantes, tais como: arpão, arbalete, fisga e lança. Os comerciantes de pescado e pescadores profissionais devem até o segundo dia útil do mês de novembro para apresentar a declaração de estoque dos peixes in natura, congelados ou resfriados, provenientes de águas continentais.

 

AÇÕES

As unidades da Polícia Ambiental de São Paulo e de Mato Grosso do Sul vão intensificar as ações nos rios da Bacia do Paraná.

 


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