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    Home»Cidades»Picadas de escorpião batem recorde no ano; dengue tem segundo maior índice da década
    Cidades

    Picadas de escorpião batem recorde no ano; dengue tem segundo maior índice da década

    By jornalistacrispim31 de dezembro de 2020Nenhum comentário4 Mins Read
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    CRESCIMENTO - Número de picadas de escorpião aumentou mais de 30% em relação ao ano passado
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    DIEGO FERNANDES – ARAÇATUBA

    Os acidentes com escorpião bateram recorde no ano em Araçatuba, enquanto os casos de dengue ficaram entre os números mais altos da década, na última divulgação de dados sobre os dois problemas de saúde pública feita pelo poder executivo em 2020.

    Foram mais de 1.400 ocorrências de picadas do animal peçonhento registradas pelo poder público municipal, enquanto mais de 2.300 pessoas tiveram dengue neste ano.

    Houve diminuição na intensidade das fiscalizações neste ano por parte da prefeitura municipal, que justificou algumas vezes ao longo do ano a diminuição dos trabalhos dos agentes de controle de endemias com o fato de todos os esforços estarem focados no combate à pandemia de covid-19.

    Dengue

    O município de Araçatuba fechou o ano de 2020 com o segundo pior índice de casos de dengue da década. A constatação foi feita a partir dos dados relacionados à doença provocada pela picada do mosquito Aedes aegypti divulgados no final da manhã desta quarta-feira (30), pela prefeitura de Araçatuba.

    Segundo os números apresentados, Araçatuba fechou o ano de 2020 com 2.352 casos confirmados de dengue registrados pela vigilância epidemiológica. O número só foi mais baixo que o do ano anterior, em 2019, quando a cidade teve uma epidemia da doença e registrou 7.879 casos.

    Ainda sim, o município passou zerado neste ano em relação às mortes pela doença, enquanto no ano passado uma pessoa faleceu por causa da dengue.

    Se levar em consideração toda a série histórica de casos, iniciada em 1998, o ano de 2020 ficou como o sexto com maior número de pacientes com dengue. O ano de maior incidência de casos foi 2010, com 11.509 e 6 mortes registradas pela doença. Em seguida vem 2019, com 7.879 casos e uma morte; 2003 (3.092 casos); 2007 (2.538); 2006 (2.380).

    Em 2020, o pior momento da dengue foi o primeiro quadrimestre do ano, quando foram registrados 1.827 casos. De janeiro a abril, ocorreram pouco mais de 77% das infecções por esta doença em Araçatuba, sendo que o pior mês foi março, com 626 ocorrências, seguido por fevereiro, com 592; abril, com 333; e janeiro, com 276.

    Após este período, os índices foram caindo gradativamente, sendo que maio e junho foram os últimos a registrar um número de casos superior a 100. Foram 196 pessoas doentes em maio e 135 em junho.

    Os dois últimos meses de 2020, mesmo com as altas temperaturas e a volta das chuvas, duas condições fundamentais para o desenvolvimento do Aedes aegypti, registraram os menores números, até aqui, com 19 casos em novembro e apenas 5 em dezembro.

    Escorpião

    Com relação aos acidentes com escorpião, Araçatuba fecha o ano com 1.405 ocorrências, segundo números divulgados pela vigilância epidemiológica nesta quarta-feira, 30 de dezembro, um aumento de 32% em relação ao número do ano passado, quando ocorreram 1.057 casos. Foram 348 picadas de escorpião a mais em 2020.

    A media de casos por dia fecha o ano em 3,85, contra 2,89 de media diária no ano passado, o que é um recorde em relação aos anos anteriores.

    Justificativa

    Em reportagem publicada no último dia 24 de novembro pelo jornal O LIBERAL REGIONAL, a justificativa da prefeitura era de que, por causa da pandemia de covid-19, os agentes sanitários não puderam exercer suas funções totais, já que, por medidas sanitárias, os funcionários públicos não puderam entrar nas casas dos munícipes para inspeção. Neste trabalho, agentes de combate a endemias procuram escorpiões dentro das residências para capturá-los.

    A mesma resposta foi dada para os números de casos de dengue, já que na fase mais rígida da quarentena, a inspeção dos fiscais da vigilância sanitária era feita sem que os profissionais entrassem nas casas, para evitar a contaminação.

     

    QUADRIMESTRE – Primeiros quatro meses do ano tiveram altos números de dengue

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