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    Home»Mundo»Brasil»Organizadora de caravana da região segue presa em Brasília após ataques aos prédios dos Três Poderes
    Brasil

    Organizadora de caravana da região segue presa em Brasília após ataques aos prédios dos Três Poderes

    By marcio123rocha21 de janeiro de 20232 Comentários3 Mins Read
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    DETIDA – Luzilene Martins de Sá, que registrou o pós-prisão nas redes sociais, segue detida em Brasília
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    Uma das organizadoras de caravana da região que foi detida de forma provisória em Brasília, teve a sua prisão convertida em preventiva.

    Luzilene Martins de Sá, que organizou uma das caravanas de Birigui, e esteve presente na invasão e depredação da Praça dos Três Poderes, em Brasília, está detida na Capital Federal deste então.

    A reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL havia informado sobre a presença dela na caravana de manifestantes.

    Durante o ataque e também no dia seguinte, a moradora de Birigui ainda fez postagens em suas redes sociais informando sobre o que estava ocorrendo e também sobre a detenção dos invasores, que na oportunidade foram para um ginásio de esportes.

    Logo depois de ter a sua prisão provisória, Luzilene não fez mais postagens, já que teve de entregar o seu aparelho de celular para a Polícia do DF.

    A decisão de mantê-la em prisão preventiva, válida por 30 dias, foi do ministro do STF, o Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Luzilene está, atualmente, na Penitenciária da Colmeia, para onde foram levadas as mulheres detidas.

    Outros oito moradores da região obtiveram o direito à liberdade, de acordo com informações do advogado Milton Barata.

    Ao todo, foram feitas 1.459 audiências de custódia com os presos em Brasília, que são de diversas partes do Brasil, sendo 946 feitas por magistrados do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e 513 por juízes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.

    Moradores de Araçatuba e Birigui estiveram presentes na manifestação. Ao todo, pelo menos cinco ônibus saíram das duas cidades.

    Operação

    A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (20) a Operação Lesa Pátria com o objetivo de “identificar pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos no 8 de janeiro, em Brasília, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por grupo que promoveu violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas instituições”.

    Estão sendo cumpridos oito mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Os mandatos foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.

    A corporação informou ainda que a Operação Lesa Pátria tem caráter permanente, e que serão feitas atualizações periódicas sobre o número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas.

    A PF pede à população que colabore com os investigadores, caso tenha informações sobre a identificação de “pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos”.

    As denúncias podem ser encaminhadas para o e-mail denuncia8janeiro@pf.gov.br.

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    View 2 Comments

    2 Comentários

    1. Rubens Festraits on 19 de setembro de 2023 17:07h

      Quando vemos um mega traficante deixar a penitenciária pela porta da frente e ter devolvido para si bens adquiridos com o tráfico e vermos pessoas recolhidas em um campo de concentração em Brasília pelos atos de 8 de janeiro, temos que desacreditar da Justiça em sua corte superior. É claro que aqueles que vandalizaram e depredaram bens públicos precisam responder, mas não da forma como o todo poderoso Moraes vem fazendo. Aqueles que apenas faziam número na manifestação, nem presos deveriam ser, enquanto que os que destruíram bens públicos deveriam aguardar julgamento na Primeira Estância da Justiça em liberdade.

      Reply
    2. Julian Otene on 1 de novembro de 2023 08:31h

      Essa daí é reincidente em atos bizarros. Foi a mesma que perpetrou um ataque homofóbico em um estabelecimento pouco tempo antes dos atos terroristas. Deveria ser jogada em um presídio psiquiátrico e largada lá pelo resto da vida. Uma pessoa dessas não é apta ao convívio social.

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