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Araçatuba
terça-feira, junho 28, 2022

Desempregado é preso após agredir mulher, bater moto em viatura e ser flagrado embriagado

Um desempregado de 29 anos foi preso, na noite de domingo (26), depois de agredir a mulher, uma auxiliar de serviços gerais de 25, fugiu da Polícia Militar em uma moto, bater o veículo e ser flagrado embriagado. O crime ocorreu na rua Sidney Mantovani, no bairro Altântico 1, zona norte de Araçatuba.  

Segundo informações do boletim de ocorrência, os policiais militares faziam patrulhamento de rotina quando receberam chamado do Copom (Central de Operações da Polícia Militar) para atender a uma ocorrência de violência doméstica. 

Chegando ao endereço, os PMs foram atendidos pela vítima e o tio dela. A jovem informou em depoimento que o autor foi até lá e a agrediu com um soco no rosto, depois a xingou e fez ameaças de morte, caso fosse preso. O indiciado não estava mais ali. 

Alguns minutos depois, a equipe policial recebeu informações de que uma motocicleta Honda/Biz havia colidido com uma viatura pela rua Angenor Zanoni, bem próximo dali. Em contato com o condutor, a polícia descobriu que era o mesmo que havia agredido a companheira momentos antes. O irmão dele estava na garupa e teve que ser socorrido até o Pronto-Socorro Municipal com ferimentos leves. Ele passou por atendimento médico e foi liberado.  

Já o suspeito apresentava sinais de embriaguez e realizou o teste do bafômetro. O resultado foi de 0,69 miligramas de álcool por litro de ar alveolar, o que configura o crime. Diante de tudo isso, ele foi levado até a delegacia, onde prestou depoimento.  

O delegado plantonista estipulou fiança de R$ 1,5 mil, mas o indiciado não pagou a quantia e, por isso, permaneceu à disposição da Justiça. Ele irá responder pelos crimes de violência doméstica, injúria, ameaça, vias de fato, lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e embriaguez ao volante.  

Ele foi transferido para a cadeia pública de Penápolis, onde deverá aguardar decisão judicial. A Polícia Civil abriu inquérito para dar prosseguimento às investigações. A vítima não quis representar criminalmente contra o rapaz, mas foi orientada do prazo de seis meses.  

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