DA REDAÇÃO – Araçatuba
O comércio varejista na região de Araçatuba faturou R$ 902 milhões em outubro, alta de 4,4%, em relação ao mesmo período de 2017. De janeiro a outubro, houve crescimento de 3,5%. Nos últimos 12 meses, a elevação foi de 3,8%. Há tendência der crescimento.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).
Em outubro, oito das nove atividades pesquisadas obtiveram expansão em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para os setores de autopeças e acessórios (23,6%); e concessionárias de veículos (17,6%). Juntos, esses grupos contribuíram com 2,2 pontos porcentuais para o resultado final. Houve queda no desempenho das lojas de móveis e decoração (-2,1%). No entanto, não exerceu impacto negativo significativo nas vendas.
Desempenho estadual
As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo seguiram a trajetória ascendente e atingiram R$ 58,7 bilhões em outubro, alta real de 6,4% em comparação ao mesmo período de 2017. Foi a terceira maior cifra para um mês de outubro desde o começo da série histórica, em 2008.
No mês, todas as nove atividades pesquisadas obtiveram expansão em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para os setores de outras atividades (9,1%) – em que predomina o varejo de combustíveis -; e o de concessionárias de veículos (8,8%). Juntos, contribuíram para o resultado geral com 3 pontos porcentuais (p.p.).
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o valor das vendas reais registrado pelo varejo em outubro foi o maior do ano até o momento. Isso evidencia o ciclo já consolidado de retomada do comércio após a crise de 2014/2016.
Expectativa
Na análise da Entidade, os dois últimos meses do ano devem manter o padrão observado ao longo de 2018 até outubro, registrando taxas positivas de variação mensal de vendas. Isso em razão da manutenção do bom comportamento das principais variáveis econômicas determinantes do consumo: inflação, emprego e crédito.

