DA REDAÇÃO – ARAÇATUBA
Um metalúrgico de 41 anos foi preso na noite do último sábado (28), em Araçatuba, após ser flagrado tentando furtar cinco peças de picanha em um supermercado da cidade. O suspeito escondeu as mercadorias, avaliadas em cerca de R$ 500, dentro da calça. Cinco dias antes, o mesmo homem já havia sido detido com outras sete peças de carne dentro da calça, mas ao ir para a delegacia foi liberado.
Segundo informações do boletim de ocorrência, o flagrante ocorreu em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Waldemar Alves, no bairro Planalto. Um cliente, que não quis se identificar, informou os seguranças ter visto o autor carregando os objetos dentro da calça.
Rapidamente, os agentes foram até o local e conseguiram fazer a abordagem. Ele confessou que não havia pago pelas mercadorias e foi levado até uma sala reservada, onde tirou a calça e mostrou as carnes. Os cinco pacotes totalizaram um prejuízo de R$ 485,79, conforme o boletim de ocorrência.
Policiais militares que faziam patrulhamento de rotina nas imediações foram acionados para o atendimento da ocorrência e efetuaram a prisão em flagrante do indiciado.
Ele foi levado até a delegacia, onde prestou depoimento. O delegado plantonista estipulou fiança de R$ 700, mas ele não pagou o valor e, por isso, permaneceu detido, à disposição da Justiça.
Na manhã de domingo (29), o metalúrgico foi transferido para a Cadeia Pública de Penápolis, onde deverá aguardar vaga em alguma unidade prisional da região. Os produtos foram devolvidos ao supermercado.
PRIMEIRO FURTO
Na última segunda-feira (23), o suspeito também foi detido acusado de ter furtado sete peças de picanha. Naquela ocasião, o crime ocorreu em outro supermercado localizado na Avenida Saudade.
Os seguranças também foram avisados de que o homem estava com as mercadorias por dentro da roupa e imediatamente realizaram a abordagem. O investigado estava na companhia de uma mulher e de uma criança.
Ele foi levado até a delegacia, mas acabou solto pelo delegado plantonista. O prejuízo para o estabelecimento, caso o crime se consumasse, seria de quase R$ 400,00.
A Polícia Civil apreendeu as peças de carne e devolveram ao estabelecimento. Um inquérito foi aberto para dar andamento às investigações. As câmeras de segurança poderão ser usadas no curso do processo



