Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest Vimeo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Demo
    Trending
    • Secretária de Saúde explica esforços de Araçatuba por Oficina Ortopédica e diz que necessita de parceria regional para viabilizar instalação e funcionamento
    • Polícia Rodoviária realiza 11 autos de infração na rodovia em fiscalização durante Festa do Peão de Bilac
    • Idoso morre dois dias após ser atropelado pelo próprio caminhão
    • O meu primeiro audiolivro: A Arte da Guerra
    • Castramóvel atende bairro Planalto, em Andradina, a partir da terça (12)
    • Câmara vota projeto que trata de destinação adequada de animais mortes
    • Recuperação asfáltica avança em diversos pontos de Andradina
    • Araçatuba cresce e amplia geração de empregos no 1º trimestre de 2026
    Demo
    O LIBERAL REGIONALO LIBERAL REGIONAL
    Home»Cidades»Araçatuba»O meu primeiro audiolivro: A Arte da Guerra
    Araçatuba

    O meu primeiro audiolivro: A Arte da Guerra

    By dfernandesmr11 de maio de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Share Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit Telegram Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    *Marcelo Teixeira

    Durante o treino de corrida de rua, em um pouco menos de hora e meia, ouvi um audiolivro pela primeira vez: A Arte da Guerra. Há mais de 2 mil anos, um general e filósofo chinês chamado Sun Tzu escreveu um pequeno tratado que os generais liam antes das batalhas. Hoje, esse mesmo texto aparece nas prateleiras de executivos, líderes de equipe e consultores de gestão. O que isso nos diz? Que a natureza humana — com as suas ambições, medos e disputas — mudou muito menos do que gostaríamos de admitir.

    A lição inaugural de Sun Tzu é quase contraintuitiva: a suprema arte da guerra é vencer sem precisar lutar. Transposta ao universo corporativo, essa máxima revela algo que poucos gestores praticam: o confronto direto é, quase sempre, o sinal de um planejamento que falhou. Empresas que constroem marcas sólidas, relações de confiança e diferenciais genuínos raramente precisam “destruir” a concorrência — simplesmente ocupam o espaço antes que o adversário perceba o movimento.

    Mas como vencer sem batalhar? Sun Tzu responde com uma das frases mais citadas da filosofia oriental: “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas.” O autoconhecimento, aqui, não é exercício de autoestima — é diagnóstico estratégico. Equipes que ignoram os seus pontos cegos, líderes que desconhecem as fragilidades de seus próprios processos e organizações que subestimam os seus concorrentes estão, nas palavras do militar chinês, destinadas à derrota antes mesmo de entrar em campo.

    Sun Tzu nos ensina, ainda, que a estratégia deve ser como a água: fluida, adaptável, capaz de contornar os obstáculos sem perder a sua força essencial. No ambiente de trabalho contemporâneo, marcado por mudanças de mercado cada vez mais velozes, a rigidez organizacional é um suicídio lento. As empresas que prosperam são aquelas que conseguem redirecionar recursos, reorganizar equipes e revisar planos sem perder a coesão interna — o que Sun Tzu chamaria de Lei Moral, a harmonia de propósitos entre líder e equipe.

    O general também alertava sobre os três defeitos fatais do líder: a imprudência, a covardia e o orgulho irritável. Reconhecemos esses perfis facilmente: o gestor que decide sem ouvir, o que evita decisões difíceis até a crise ser irreversível, e o que confunde crítica com ameaça pessoal. Nenhum deles sobreviveria a um conselho de guerra — e raramente sobrevivem às reuniões trimestrais.

    O que Sun Tzu nos deixa, afinal, não é um manual de agressividade, mas um convite à lucidez. Em qualquer trincheira — militar, corporativa ou cotidiana — vence quem pensa antes de agir, conhece o terreno antes de pisá-lo e lidera pelo exemplo antes de exigir pelos resultados. A guerra, como a vida, é menos sobre força bruta e mais sobre sabedoria aplicada no momento certo.

    A propósito, gostei da experiência de ouvir o livro.

    *Marcelo Teixeira é jornalista profissional diplomado e integrante da Academia Araçatubense de Letras, onde ocupa a Cadeira 11

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Previous ArticleCastramóvel atende bairro Planalto, em Andradina, a partir da terça (12)
    Next Article Idoso morre dois dias após ser atropelado pelo próprio caminhão
    dfernandesmr

    Related Posts

    Araçatuba

    Secretária de Saúde explica esforços de Araçatuba por Oficina Ortopédica e diz que necessita de parceria regional para viabilizar instalação e funcionamento

    11 de maio de 2026
    Cidades

    Polícia Rodoviária realiza 11 autos de infração na rodovia em fiscalização durante Festa do Peão de Bilac

    11 de maio de 2026
    Araçatuba

    Idoso morre dois dias após ser atropelado pelo próprio caminhão

    11 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 Desenvolvido por mSanders Tech.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.