“O Empreendedorismo Local salvará o país”

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Rodrigo Andolfato

Calma, leitor, este artigo não é mais um daqueles textos de autoajuda que falam muito e dizem pouco. Este artigo versa sobre duas coisas efetivas, ganhar dinheiro e diminuir o roubo estatal através dos impostos. Primeiramente preciso sempre colocar o fato de que sou um combatente de primeira hora contra a máfia estatal, e que, portanto, procuro criar ações efetivas que enriquecem aqueles que produzem e empobrecem o Estado.
“Tá OK, Rodrigo, mas como o Empreendedorismo Local pode salvar o país, se você mesmo já está colocando que é contra o Estado?”. Bem! Precisamos nesta parte do texto deixar claro a diferença de Estado e Nação. O Estado é o conglomerado de pessoas que deseja mandar em sua vida, e que para tal cria uma força policial, que por sua vez, para ser paga, ameaça prender aqueles que não pagam os impostos. Concluindo, Toda espoliação mediante forte ameaça é Roubo. Pela lógica mais básica: IMPOSTO É ROUBO. Colocado meu mantra no texto passemos adiante.
Nação, ou país, é aquilo que identificamos como um conjunto de indivíduos que aceita efetivamente algumas regras naturais para a vida em sociedade. Ou seja, a autodeterminação dos povos. Essa é uma das razões que nós Liberais Austríacos, colocamos os condomínios como exemplo de nação que deveria existir. Dentro de um condomínio a Constituição é a Convenção Condominial, que pode ser traduzida como o verdadeiro Contrato Social. Dentro do condomínio não existe impostos, mas apenas a taxa condominial, igual para todos, e calculada após o pagamento de segurança e de investimentos previamente aprovados pelos proprietários. Mas tudo isso explicado para dizer que uma Nação nada mais é que um conjunto de INDIVÍDUOS. E é aqui que reside o ponto nefrálgico do texto.
Quando o Estado é rico e o povo é pobre, acabamos por mandar para guilhotina o rei. Quando o Estado é pobre e o povo é rico, a paz é duradoura. Somos seres individualistas, por mais que alguns doidos queiram sonhar com um coletivismo romântico. Ninguém que produz 200, aceita ganhar a média da produção com alguém que produz 20. Isso já foi provado pelo comunismo. Fato é que a ganância, entendida como a vontade de produzir, enriquecer, entesourar e reinvestir, é a qualidade mais importante do indivíduo para a geração da riqueza de um país. Mais uma vez repito, país é o conglomerado de INDIVÍDUOS!
Colocado tudo isto acima, posso expor a ideia central de nosso texto, e daquilo que norteará o movimento #ARACATUBADOBEM, O EMPREENDEDORISMO LOCAL e suas consequências diretas. A ideia basicamente é tentar promover ao máximo a ideia que só existe um caminho para diminuir o Estado e aumentar o indivíduo, o caminho da Elisão Fiscal via informalidade.
Vamos pensar olhando um exemplo de relação comercial. Um supermercado resolve contratar o serviço de reparos elétricos de uma empresa, e para tanto paga 250 reais o serviço. Esta empresa recolhe ao Estado 15% em impostos, recebendo apenas 212,50. O custo do funcionário que efetivamente faz o trabalho é de 150 reais. Destes 150 reais o funcionário só recebe 100, pois 50 são tomados dele, uma parte paga pelo próprio e outra parte paga pelo patrão. Nesta parte da transação de 250 reais, o Estado ficou com 87,50 (37,50 de impostos diretos + 50 dos impostos trabalhistas); o empresário que assume os riscos de uma operação de 250 reais ficou com 62,50 (250 menos 37,50 dos impostos diretos menos 150 do custo do trabalhador); por fim o trabalhador ficou com 100 reais limpos na mão.
Até aí história só mostra o que já estamos careca de saber, que o Estado é um sócio voraz do empreendedor, não no lucro, mas no faturamento, o que é pior. Mas a parte interessante vem agora. O funcionário no final do serviço resolve gastar os 100 reais no supermercado. Compra 100 reais em mercadorias, e percebe que na média paga 50% em impostos. Ou seja, o Supermercado recebe 100 reais, mas só fica com 50 reais, e paga em impostos os outros 50.
E aqui que vem o Resultado final deste jogo da vida real. Dos 350 reais movimentados (250 do serviço prestado mais 100 da compra do supermercado), 50 reais ficaram para o dono do supermercado, não que isso seja o lucro, pois ele precisa repor o estoque e tem outros gastos operacionais, mas pensemos de forma rasa para facilitar. 62,50 ficaram para o dono da empresa prestadora de serviços. 100 reais ficaram para o funcionário, e 137,50 ficaram para a máfia estatal. Ou seja, políticos sem trabalhar e sem arriscar nada foram os que ficaram com a maior parte da riqueza gerada.
“Ok Rodrigo, mas como sair dessa?”. Simples, a palavra é ESCAMBO. Imagine que o supermercado resolva dar em produtos 200 reais em troca do serviço do eletricista. O supermercado gasta 50 reais a menos, o eletricista leva para casa 100 reais a mais. A riqueza gerada passa a ser de 400 reais e todos pagando menos e recebendo mais. Essa é a magia da INFORMALIDADE! É aqui que devemos focar se queremos uma sociedade mais próspera e rica com um Estado cada vez menor.

Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM


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