FERNANDA COLLI
Há inúmeros livros e fórmulas sendo vendidas com o objetivo de desvendar o segredo da felicidade. Muitas vezes campões de vendas, inclusive. Isso mostra que o ser humano está numa busca constante da felicidade plena.
Uns dão o crédito de ser feliz ao dinheiro, bens materiais, outros associam à saúde e um bom emprego. Poderíamos abrir uma enquete, como de fato há várias, sobre o que seria a felicidade.
Já sabemos ou deveríamos saber que a plenitude nos leva a lugares muitas vezes relacionados à zona de conforto, local em que seus sonhos estagnam. Ser feliz plenamente e o tempo todo, certamente nos tiraria não apenas os sonhos, mas também a coragem e determinação para criarmos, nos ressignificarmos e sermos seres em constante evolução.
Não é se conformar com a infelicidade, talvez se tivéssemos um olhar diferenciado para nossa vida e nossas pequenas (ou grandes) conquistas, adotando a prática constante da gratidão, por exemplo. Parece contraditório, mas a vida seria mais leve e certamente mais feliz se agradecêssemos mais.
Agradecer pelos momentos felizes, mas também agradecer por termos sabedoria, coragem ou força para passar e superar todas as nossas adversidades. Em suma, a felicidade nada mais é que entendermos que no final tudo dá certo, mesmo que para nós pareça errado.



