“Finalidades do #ARACATUBADOBEM – Parte 4”

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Rodrigo Andolfato

Antes de começar o artigo de hoje propriamente dito, preciso explicar que venho mantendo a numeração dos parágrafos em meus artigos dominicais, exatamente como estão numerados no estatuto. Digo isso, pois alguns leitores me procuraram para entender essa numeração que ficou de fato confusa no último artigo de domingo passado. Quando tratei do assunto EDUCAÇÃO, coloquei que no estatuto tínhamos 10 parágrafos versando sobre esta finalidade. E ao começar apresentá-los comecei do parágrafo sete e fui até o parágrafo décimo terceiro. Na verdade, quando o estatuto fala da finalidade da educação o parágrafo inicial é o sexto e o último é o décimo quinto. Mas como coloquei no texto daquele artigo, só pontuei os principais parágrafos sobre aquele assunto.

Isto explicado, vamos ao assunto SAÚDE, o qual é o terceiro item nas finalidades de nossa ONG. E aqui começamos a desmistificar que tal assunto necessita especificamente de assistencialismo. Não negamos de forma alguma que muitas pessoas necessitam de um atendimento do SUS hoje em dia. Mas o que sabemos é que esse atendimento não é gratuito de forma alguma. Sabemos que os impostos que mantêm o sistema único de saúde são pagos sempre pelas pessoas. E obviamente que isto custa caro demais. Por essa razão, procuraremos com a ONG priorizar a disseminação do conceito de que não existe almoço grátis, e que a saúde pública não é gratuita, e que, além disso, por conta deste monopólio estatal, também não há um comprometimento com a qualidade efetivamente.

Em um de nossos parágrafos expomos assim: “Disseminar a cultura da não existência de gratuidade na saúde pública, divulgando que tais serviços foram efetivamente pagos a priori por todos, e que se tal montante de dinheiro ficasse com o trabalhador, este poderia ter escolha de hospitais e médicos conforme sua confiança.” Muitos podem dizer que esse parágrafo trata-se de folhetim propagandista liberal, mas posso garantir que a pior doença que existe é a doença mental. Essa missão da ONG em desmistificar a gratuidade do serviço público ataca a pior doença que existe: a doença da pobreza causada pelo estado, e seu pior sintoma, o “coitadismo”.

Mas Rodrigo, será só esse o papel do #ARACATUBADOBEM quando falamos de saúde? Não meus leitores. Nós do #ARACATUBADOBEM sabemos que podemos ajudar de muitos modos. De tal forma que um atendimento básico de saúde possa alcançar muita gente. E começamos esse assunto com o seguinte texto: “§16º – Desenvolver e implantar projetos, cursos e programas, a todos os profissionais da saúde, visando o desenvolvimento e a melhoria dos atendimentos nesta área, em todas as formas e modalidades, graças a uma visão empreendedora e de mercado, sempre com o foco na satisfação do cliente.”. Devemos lembrar que todos profissionais liberais hoje em dia não saem de suas faculdades com conhecimento de empreendedorismo. Muitos acabam por aplicar grandes valores a suas consultas por falta de governança e otimização do tempo. Iremos propor cursos e mentorias em gestão para consultórios de todos os segmentos da saúde, de forma que esses possam auferir mais lucros líquidos atendendo mais pessoas.

Mas como Rodrigo? Poderia dar um exemplo de uma ideia de negócio desruptivo na área da saúde? Sim! Uma das ideias é o “Seguro Saúde Consultório do Bairro”. Imagine um Consultório Médico com atendimento particular num bairro de baixa renda. Imagine que nesse bairro e adjacências vivam de duas a três mil pessoas. Imagine que ao invés de se apostar em receber por consulta, o consultório de um clínico geral faça um pacote anual para pacientes, sem carência, a 50 reais mensais com contrato de um ano. Neste contrato estará exposto que seu horário de atendimento será de segunda a sexta das 8 as 17 com uma hora de almoço. Perfazendo 8 horas de atendimento diário. E que não são atendidas emergências, mas apenas consultas marcadas. Se ele estimar meia hora por consulta, ele atende 16 pessoas por dia. O que leva a 320 pessoas atendidas por mês. Totalizando 3840 pessoas por ano. Supondo que dessas 3000 pessoas, apenas 1500 façam esse seguro, ele garante atendimento anual de 100% dos segurados pelo menos duas vezes por ano. E fatura em seu consultório o valor de R$ 75 mil por mês. Sabendo que existirão gastos de energia, água e recepcionistas, e que isso tudo pode custar, quando muito, R$ 10 mil por mês, o “salário” deste médico será de R$ 65 mil. Ou seja, um negócio bem atrativo.

É isso! Através de estudos e mentorias, o #ARACATUBADOBEM em seus vários parágrafos que versam sobre o assunto SAÚDE, tentará colocar na cabeça de todos aqueles que trabalham nesta área, modelos de gestão de negócios, que visem a melhorar a vida das pessoas e que se tornem longevos por serem lucrativos.

Muito mais poderia ter sido dito sobre as finalidades do #ARACATUBADOBEM na questão da SAÚDE, mas nosso espaço é pequeno, e quem quiser ler nosso estatuto, basta solicitá-lo pelo WhatsApp oficial do movimento no número: (18) 98175-0096. Interessou-se? Então venha fazer parte da verdadeira mudança, venha para o #ARACATUBADOBEM.

Rodrigo Andolfato é empresário, membro do Instituto Liberal da Alta Noroeste e idealizador do movimento #ARACATUBADOBEM


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