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    Home»Cidades»Araçatuba»Araçatuba no Porta-Retrato
    Araçatuba

    Araçatuba no Porta-Retrato

    By dfernandesmr1 de abril de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
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    *Marcelo Teixeira

    Gosto muito de conhecer a história da cidade onde moro. Por isso, leio tudo o que me cai nas mãos sobre cenas, episódios e capítulos de Araçatuba. O livro mais recente me encantou: Porta-Retrato – Crônicas Poéticas, de Marilurdes Martins Campezi (1995). Em 41 poesias precedidas de 41 apresentações de cada tema, distribuídas em 97 páginas, Lula, minha confreira na Academia Araçatubense de Letras (AAL), fala do calor desta terra, dos seus primeiros edifícios, do footing, do coreto da praça Rui Barbosa, da rua Marechal Deodoro, da Cussy de Almeida, da avenida Brasília, do Intec, do zoológico, de tudo um pouco da urbe que escolhi para morar.

    A obra me faz refletir que viver em uma cidade é mais do que apenas habitar um espaço físico; é estar imerso em um ambiente repleto de histórias, cultura e memórias que moldam a identidade coletiva dos seus habitantes. Neste contexto, a importância de um morador conhecer a história da povoação onde vive é fundamental para fortalecer os laços comunitários e contribuir para o desenvolvimento local, além de enriquecer a sua própria experiência.

    Conhecer a história da cidade proporciona uma compreensão mais profunda das raízes e origens do lugar. Ao mergulhar nas narrativas do passado, podemos descobrir os eventos, personagens e acontecimentos que a moldaram ao longo do tempo. Isso promove um maior respeito e apreço pelo patrimônio cultural e histórico local, assim como aumenta o senso de pertencimento.

    Outro aspecto relevante é a valorização do patrimônio arquitetônico e urbanístico, que Lula descreve muito bem ao falar da igreja matriz e do coreto da praça, por exemplo. Dessa forma, os moradores podem compreender a importância de preservar edificações, monumentos e espaços públicos que contam a trajetória do lugar. Isso contribui para a conservação do legado histórico e para a promoção do turismo cultural, gerando benefícios econômicos e sociais para a comunidade.

    O conhecimento da história local também pode incentivar a participação cívica e o engajamento comunitário. Ao entender como a cidade evoluiu e enfrentou desafios ao longo do tempo, os moradores se sentem mais motivados a se envolverem em iniciativas que visam melhorar a qualidade de vida e o bem-estar coletivo. Assim, é possível promover desde a participação em projetos de revitalização de espaços públicos até a defesa de políticas que promovam a inclusão e a igualdade na cidade.

    Outro benefício significativo é o fortalecimento dos laços sociais e da identidade coletiva. Ao compartilhar conhecimentos e histórias sobre a cidade, os moradores criam vínculos mais sólidos e uma sensação de comunidade mais forte favorecendo a cooperação, a solidariedade e o senso de pertencimento, elementos essenciais para o desenvolvimento de uma sociedade mais unida e resiliente.

    A importância de um morador conhecer a história da cidade onde vive é um ato de conexão, respeito, engajamento e valorização do lugar que chamamos de lar. Ao compreender e valorizar a história da Cidade do Asfalto e Terra do Boi, nós, seus moradores, contribuímos para a construção de uma cidade mais vibrante, inclusiva e resiliente, onde o passado e o presente se entrelaçam em uma narrativa de progresso e identidade.

    Obrigado, Lula, pelo Porta-Retrato de Araçatuba!

    *Marcelo Teixeira é jornalista, escritor e membro da Academia Araçatubense de Letras

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