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quinta-feira, maio 19, 2022

Andradina renova acordo com Hospital do Amor para o Programa de Prevenção ao Câncer

DA REDAÇÃO – ANDRADINA

O prefeito de Andradina, Mário Celso Lopes assinou a renovação do acordo do Programa de Prevenção do Câncer do Colo Uterino com a Fundação PIO XII – Hospital de Amor de Barretos. A assinatura foi feita com a presença do Coordenador de Prevenção do Câncer do Colo do Útero, Marcelo Almeida, do Secretário Municipal de Saúde, João Leme, da coordenadora de Atenção Básica, Carla Back, do secretário de Governo Ernesto Júnior e do secretário de Finanças, Norival Nunes.

A parceria mantém o município como referência nos exames preventivos (Papanicolau) o que representa um verdadeiro “plano de saúde” para mulheres da cidade em relação a esse problema.

Através do programa, a coleta em Andradina é um eficaz método de detecção e tratamento deste tipo de câncer, sendo garantido o acompanhamento início meio e fim no caso de alguma alteração no resultado.

Almeida elogiou a iniciativa do secretário de Saúde João Leme que tornou obrigatório a condução de mulheres para o exame nas consultas médicas na rede pública, independente de qual seja a especialidade do médico, assim reforçando a importância da realização periódica do exame.

Existem em Andradina 15.468 mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos que são beneficiárias diretas pelo convênio. “O exame de Papanicolau é de grande importância, principalmente para detectar precocemente as lesões que precedem o câncer de colo do útero (displasias) e indicar o melhor tratamento antes do seu desenvolvimento”, disse Almeida.

Esse teste também pode detectar alterações que indicam a presença nas células do HPV (vírus do papiloma humano), o mais importante agente causador do câncer do colo uterino.

 

Importância

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa mais comum de morte de mulheres por câncer no Brasil. Até 2030, esse número de novos casos deve atingir 435 mil mulheres no Brasil.

O teste de Papanicolau conseguiu reduzir a mortalidade por câncer de colo uterino na população em todos os países onde foi implantado. O teste de Papanicolau deve ser realizado pelo menos uma vez por ano, por todas as mulheres desde o começo da atividade sexual, até os 70 anos. Entretanto, mulheres que combinem parceiro sexual fixo e três resultados negativos em três anos consecutivos ou pesquisa molecular negativa para o vírus HPV podem passar a colher o teste com intervalos maiores, como a cada três anos.

O exame é simples, rápido e pode no máximo provocar um pequeno incômodo. Ele é realizado com a coleta de um raspado de células que revestem a superfície do colo uterino. Essas células são examinadas no microscópio pelo médico patologista ou sob sua supervisão para checar se há alguma alteração.

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