FIANÇA - Coxinha Prando pagou fiança para sair da cadeira REPRODUÇÃO

Coxinha Prando pagou quase R$ 2 mil de fiança para sair da cadeia

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DA REDAÇÃO – ANDRADINA

O presidente da Câmara Municipal de Andradina, Helton Rodrigo Prando, o Coxinha Prando, como ele mesmo se apresenta, foi preso no dia 14 de março de 2019, conforme boletim de ocorrência 268/2019, do 2º Distrito Policial de Andradina, acusado de furto de energia com fraude no relógio medidor. O delegado decidiu por não arbitrar fiança. Dessa forma, Coxinha Prando permaneceu preso até o dia 15, quando foi realizada a audiência de custódia, quando obteve a liberdade provisória mediante o pagamento de fiança de dois salários mínimos, na época totalizando R$ 1.996,00. 

“… concedo a liberdade provisória a HELTON RODRIGO PRANDO, mediante fiança, que fixo no valor de dois salários mínimos, que atualmente correspondem a R$ 1.996,00 (Um mil novecentos e noventa e seis reais), sem prejuízo da aplicação das seguintes medidas cautelares: a) ratificar o endereço onde pode ser encontrado; b) não se ausentar da cidade onde reside por período superior a 08 (oito) dias sem prévia comunicação a este Juízo; c) comparecer a todos os atos do processo para os quais for intimado; d) não mudar de endereço sem prévia comunicação a este Juízo; e) recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga, tudo sob pena de revogação do benefício”, decidiu o juiz na audiência de custódia. Com o pagamento da fiança, ele foi colocado em liberdade.

Na manhã do dia 14 de março, depois das 10 horas, eletricistas da Elektro (concessionária de energia) acionaram a Polícia Civil para verificação de um relógio medidor em residência na Rua São Paulo. Os eletricistas perceberam sinal de adulteração no lacre do relógio. Além disso, havia ranhuras na engrenagem metálica. Este tipo de procedimento frauda a medição de energia. A concessionária havia enviado os eletricistas exatamente por constatar variações atípicas no consumo. 

Coxinha Prando, que havia recebido os eletricistas e policiais, após a constatação da irregularidade, foi preso e levado à Delegacia de Polícia. Após ouvir as partes, o delegado determinou que o relógio medidor fosse lacrado e entregue à Elektro para ser enviado a um órgão credenciado (Ipem – Instituto de Pesos e Medidas) para elaboração de laudo definitivo sobre a fraude. O delegado decidiu por autuá-lo em flagrante pelo crime cometido.

Coxinha Prando foi apresentado em audiência de custódia no dia 15, às 14 horas, quando o juiz concedeu a liberdade provisória, mediante pagamento de fiança e outras exigências legais.

 

ACORDO

O processo tramitou normalmente e em audiência no dia 2 de outubro, às 14h15, foi realizada audiência, na qual o Ministério Público propôs o acordo, mediante várias exigências, todas aceitas por Helton Rodrigo Prando, o Coxinha.

 

 


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