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Araçatuba
quarta-feira, maio 18, 2022

Professor é agredido dentro da sala de aula em escola estadual de Araçatuba

Um professor de 47 anos de idade foi agredido dentro da sala de aula por um aluno de 16 anos. O caso aconteceu na segunda-feira (12) na Escola Estadual Professor Abranche José, localizada na rua Joaquim Henrique de Oliveira, no bairro Ipanema, em Araçatuba. O caso foi parar na polícia.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, o professor passava aos alunos o conteúdo da matéria quando chamou a atenção do estudante, já que a carteira dele estava no meio da sala, atrapalhando a passagem. O professor pediu para que o rapaz colocasse o objeto da maneira correta, ou seja, em fileira, mas o mesmo negou o pedido.

Foi a partir de então, que o jovem começou uma discussão com o servidor. O profissional retirou o estudante da sala de aula e o encaminhou até a direção, onde foi feita uma ocorrência interna. Logo em seguida, ele foi liberado para voltar à aula.

Ao chegar no local, o adolescente chutou a porta de entrada e passou a ofender o professor e a xingá-lo. Em determinado momento, o infrator tentou atingi-lo com um soco, mas não conseguiu, já que a vítima desviou. Na sequência, o declarante caminhou em direção à saída para poder comunicar os fatos à diretoria e foi empurrado pelo investigado contra a parede.

A Polícia Militar teve que ser chamada para registrar boletim de ocorrência. Policiais militares que faziam patrulhamento nas imediações dirigiram-se até a instituição e ouviram as declarações do aluno. Ele disse que não aceitou ser repreendido pelo professor e perdeu a cabeça.

Ele foi encaminhado até a Central de Flagrantes, onde prestou depoimento na presença de um representante do Conselho Tutelar. O delegado plantonista registrou o caso como injúria e vias de fato. O menor foi liberado em seguida na presença de um responsável. A Polícia Civil abriu um inquérito para dar andamento às investigações.

POSICIONAMENTO

Por meio de nota enviada à reportagem do jornal O LIBERAL REGIONAL, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que a equipe gestora da unidade acionou rapidamente a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e os pais do adolescente. “O Conselho de Escola irá se reunir para definir quais medidas serão adotadas”, complementou a nota.

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